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10/03/2020

Revista Contexto apresenta o Fórum : "Jacques Derrida’s Specters of Marx after 25 Years”

A última edição da Revista Contexto Internacional conta com a seção “Forum: Jacques Derrida’s Specters of Marx after 25 Years”, organizado pelos professores Roberto Yamato e Jimmy Casas Klausen.

 

Jacques Derrida apresentou a base para The Specters of Marx: The State of the Debt, the Work of Mourning, & the New International em fala na conferência ‘Whither Marxism?’ na Universidade da Califórnia, 1993. O livro foi publicado em francês no mesmo ano e foi traduzida para o inglês e para o português um ano depois. Na década que seguiu a publicação de Spectres, as análises de Derrida inspiraram um grande número de trabalhos na literatura crítica. Esse fórum procura estimular novas reflexões sobre Derrida a, desconstrução, e “Specters of Marx” ao questionar como os futuros passados anunciados pelo livro se saíram após um início de século agitado.

Maja Zehfuss, Antonio Vázquez-Arroyo, Dan Bulley, e Bal Sokhi-Bulley, no artigo "A Importância Política da Desconstrução—Os Limites de Derrida?", oferecem incisivas, e ocasionalmente exasperadas, mediações entre a importância política da desconstrução e dos limites dos diagnósticos de Derrida em “Specters of Marx” enquanto identifica possíveis caminhos para a política global se inspirando no trabalho de Derrida nos anos 90. Acesse o artigo aqui.

Aggie Hirst e Tom Houseman, Paulo Cesar Duque-Estrada, Jenny Edkins e Cristiano Mendes, no artigo " Desobedecendo Marx, Desobedecendo Derrida — Esperanças e Riscos", refletem acerca dos legados de Marx e Derrida; se Derrida deu enfoque à herança Marxiana errada; nas promessas e riscos da espectrologia, no potencial fantasmagórico de justiça em meio a devastação; e nos paradoxos do legado da própria desconstrução. Acesse o artigo aqui.

Jessica Auchter, Bruna Holstein Meireles e Victor Coutinho Lage, no artigo "Sobre a Espectralidade do Inter-estado-ual/Internacional", usam os escritos de Derrida para explorar a espectralidade do internacional ou inter-estado-ual; a própria política baseada na hospitalidade para o espectro como convidado estrangeiro; a possibilidade de adotar uma política de espectralidade que pode ambicionar um novo tipo de universalidade; e como um “sem internacional” pode escapar a série de prisões que constituem o internacional. Acesse o artigo aqui.

 

 

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