Ciclo de Palestras do Eixo de Comércio Internacional de 2017.1
No dia 03 de maio, quarta-feira, terá início o Ciclo de Palestras do Eixo de Comércio Internacional do Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio (IRI/PUC-Rio) de 2017.1.
Esse eixo é uma das áreas específicas de prática profissional que os alunos do IRI devem escolher para completar a graduação – as outras são Cooperação Internacional e Desenvolvimento, Conflitos Internacionais e Pesquisa Científica. A fim de acrescentar a formação dos estudantes, o IRI/PUC-Rio promove palestras com professores do Instituto e outros convidados que dialogam sobre assuntos atuais relacionados ao comércio internacional.
Para inaugurar o Ciclo de 2017.1, receberemos Lia Bakers Valls, especialista em análise econômica da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e professora adjunta da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Thauan Santos, professor do Instituto de Relações Internacionais (IRI/PUC-Rio) e pesquisador do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO), e Marcelo José Braga Nonnenberg, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e professor do IRI/PUC. No evento intitulado “A relevância das barreiras tarifárias e não-tarifárias no comércio MERCOSUL-UE e o caso do comércio de carnes nacionais”, eles abordarão a relação entre barreiras tarifárias e não tarifárias no comércio MERCOSUL-UE, com foco na relação crescente das barreiras não tarifárias nesse cenário, destacando o caso do comércio de carnes nacionais. A palestra será realizada no Auditório do RDC, dia 03 de maio, das 09h às 11h.
Em seguida, no dia 11 de maio, quinta-feira, será realizado o evento “O regime do comércio internacional em transformação: tensões da transição”, com o Embaixador Carlos Márcio Cozendey, Subsecretário-geral de Assuntos Econômicos e Financeiros do Ministério das Relações Exteriores. Na palestra, ele irá discutir as consequências das mudanças no regime do comércio internacional desenhado no pós Segunda Guerra Mundial em torno das disciplinas multilaterais do Acordo Geral de Tarifas e Comércio (GATT), posteriormente incorporadas na Organização Mundial do Comércio (OMC). A conversa será realizada na sala L542, das 11h às 13h.
Os dois eventos, apesar de voltados para os alunos do Eixo de Comércio Internacional, são abertos ao público e valem horas complementares.
As Relações Rússia-Estados Unidos na era Trump
No dia 27 de abril, quinta-feira, o Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio terá o primeiro Debate de Conjuntura deste semestre. O evento, que será realizado das 17h às 19h no Auditório do RDC, tem como tema “As Relações Rússia-Estados Unidos na era Trump”.
Com mediação do professor Paulo Wrobel, IRI/PUC-Rio, a palestra irá abordar as relações entre a Rússia e os Estados Unidos sob a administração de Donald Trump. Serão discutidos, entre outros temas, o papel da Rússia nas eleições norte-americanas, movimentos de afastamento e aproximação entre os dois países no contexto geopolítico atual, incluindo a guerra na Síria, e relações militares. Também serão mapeadas as possíveis consequências dos vínculos entre as duas potências para o futuro da política internacional.
O evento é aberto e vale horas complementares.
Relatório:
No dia 27 de abril, tivemos o primeiro Debate de Conjuntura do semestre, com os professores Fabiano Mielniczuk, ESPM-Sul e Audiplo, João Nogueira, IRI/PUC-Rio, e Márcio Scalercio, IRI/PUC-Rio, e mediação do professor Paulo Wrobel, IRI/PUC-Rio. Os participantes debateram sobre “As Relações Rússia-Estados Unidos na era Trump” diante do Auditório do RDC lotado de alunos e de professores.
A palestra se deu frente a um cenário onde a relação entre os países tem sido destaque nos noticiários internacionais por diversos motivos. Muito tem se falado sobre a influência russa nas eleições norte-americanas, sobre o ataque americano contra a Síria, e sobre o aumento da tensão entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte, aliada à Rússia. Segundo o professor Wrobel, tema mais atual não poderia ser, já que Donald Trump completou, no último dia 29, os seus primeiros cem dias como presidente americano.
O professor Fabiano Mielniczuk, analista de Rússia, deu início ao debate ao elaborar um panorama da relação entre os países nos últimos anos, o processo de desestabilização e quais os possíveis desdobramentos do atual desalinhamento político entre ambos, além do contexto eleitoral nas últimas eleições presidenciais americanas. Segundo ele, Hilary Clinton, ex-secretária do governo Obama e concorrente de Trump no ano passado, exerce papel fundamental para a compreensão da relação entre os países.
Já Márcio Scalercio deu continuidade à discussão ao basear sua apresentação em uma preocupação com o aumento de tensões na Europa, principalmente referente às questões militares, que têm se agravado desde a crise na Ucrânia. Além disso, ele destacou o papel da Otan nesse contextoambiente e concluiu ao dizer que imagina como uma ideia para diminuir a tensão entre os países, a possibilidade das relações do governo de Putin e Trump serem melhores do que as relações entre o governo de Putin e Obama.
Para João, a relação entre os países é ruim desde a administração de Clinton, e todos os governos falharam em tentar recupera-la. Ele diz que o que acontece hoje está muito mais ligado ao que se passa dentro dos Estados Unidos – e, por isso, é importante entender a crise do partido republicano. Para o professor, o mais interessante é tentar entender as relações entre os países no contexto da crise do projeto de ordenamento do mundo do pós-Guerra Fria. Segundo ele, não há nada de muito importante nas relações entre os países que não tenha acontecido desde o fim da Guerra Fria, mas há algo de novo que se segue no principal garantidor da ordem internacional, que é os Estados Unidos e, nesse sentido, mudanças podem acontecer.
La Trampa: a política migratória dos Estados Unidos e a ascensão mundial da xenofobia
No dia 21 de março, será realizada a Aula Inaugural do Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio. Este ano, contaremos com a presença de Deisy Ventura, professora de Direito Internacional e Livre-Docente do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (IRI-USP). A apresentação se dará no auditório do RDC, das 11h às 13h, e será aberta a todo o público
Na aula intitulada “La Trampa: a política migratória dos Estados Unidos e a ascensão mundial da xenofobia”, a professora irá identificar nas medidas legais adotadas pelo novo governo norte-americano o que de fato as diferencia dos governos precedentes, comparará suas principais características com as medidas adotadas nos últimos anos por alguns dos Estados europeus e constatará armadilhas e trapaças da relação entre conservadorismo e xenofobia.
Não é necessária inscrição prévia para participar e o evento está sujeito à lotação.
Vale horas complementares para os alunos de graduação do IRI.
Confira também a entrevista realizada com a professora Deisy Ventura:
Oportunidades Profissionais no Mercado de Trabalho em Organizações Humanitárias
O Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio tem o prazer de convidar para a palestra Oportunidades Profissionais no Mercado de Trabalho em Organizações Humanitárias, que será realizada no dia 9 de março, de 14h às 15h, no auditório do IRI-2*.
O evento contará com a participação de Vivian Alt, ex-aluna do IRI e Mestre em Políticas Sociais para Países em Desenvolvimento pela London School of Economics. Vivian Alt desempenhou trabalho humanitário e assistência social na Tanzânia, Timor Leste, Sudão do Sul e Jordânia. Atualmente é advocacy coordinator da ONG Handicap International no Iraque.
*O auditório do IRI-2 fica localizado na Rua Marquês de São Vicente, 232 – loja A.
Disponível vídeo e podcast do seminário “O Papel dos BRICS na Evolução na Nova Governança Ambiental”
Estão disponíveis no YouTube e no SoundCloud, os vídeos e os áudios do seminário da graduação “O Papel dos BRICS na Evolução na Nova Governança Ambiental”, realizado nos dias 22 e 23 de novembro na PUC-Rio.
Com tradução simultânea inglês-português português-inglês, o seminário recebeu professores e pesquisadores, de diversas nacionalidades, especializados sobre o tema, e foi dividido em quatro mesas.
A Mesa de Abertura, moderada por Katharina Hofmann, vice-representante da Fundação Friedrich Ebert (FES) no Brasil, teve como tema “Oito anos de BRICS: o que mudou?” e contou com a participação de Andrew Cooper, University of Waterloo (via Skype), Ana Garcia, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), e Luís Manuel Fernandes, Instituto de Relações Internacionais/PUC-Rio.
A Mesa 2, moderada pela professora Maureen Santos, Plataforma Socioambiental do BPC, teve como tema “Desafios da governança ambiental global: biodiversidade, clima e agenda 2030” e contou com a participação de Steven Bernstein, University of Toronto, Larissa Packer, Grupo Carta de Belém, e Ana Toni, Gestão de Interesse Público (GIP).
A Mesa 3, moderada por Gonzalo Berrón, diretor de projetos da Fundação Friedrich Ebert (FES), teve como tema “A evolução da governança climática e o regime pós-Paris, seus atores e processos” e contou com a participação de Barbara Adams, Global Policy Forum, Camila Moreno CPDA/ Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), e Nathalie Understell, Instituto Clima e Sociedade (ICS)
A Mesa 4, moderada por Alice Amorim, pesquisadora da Gestão de Interesse Público/Projeto BRICS e Clima, teve como tema “O Papel dos BRICS na Governança Climática e o futuro do Multilateralismo”, e contou com a participação de Samir Saran, Observer Reasearch Foundation (via Skype), Rasigan Maharajh, University of Pretoria – South Africa, Paulo Esteves, Instituto de Relações Internacionais PUC-Rio /BPC, e Patrícia Galvão, Centre for International Governance Innovation (CIGI).
Para acessar os vídeos do seminário, na íntegra, clique aqui.
Falklands Islands – Government, Economy & South American Opportunities
Local: Auditório do IRI2, na rua Marquês de São Vicente, número 232, loja A, Gávea, Rio de Janeiro.
A palestra “Ilhas Falkland – Governo, Economia e Oportunidades na America do Sul” contará com os seguintes participantes:
Michael Poole – Legislative Assembly – Falkland Islands Phyl Rendell – Legislative Assembly – Falkland Islands Government Rody Cordeiro – Departamento de Recursos Minerais das Ilhas Falkland
Confira abaixo o registro do evento:
O Papel dos BRICS na Evolução da Nova Governança Ambiental
Visando perscrutar o debate e promover iniciativas capazes de contribuir positivamente com a agenda das mudanças climáticas, o workshop busca debater a governança ambiental global a partir da novidade trazida com o Acordo de Paris e refletir sobre as posições de países emergentes e sobre o papel da iniciativa privada. Dessa forma, ao debater os desafios colocados à negociação das mudanças climáticas, o seminário pretende abordar aspectos centrais dos processos de governança global.
Não é necessario a realização de inscrição prévia.
O evento contará com tradução simultânea inglês-português português-inglês.
Para os alunos da gradução do IRI/PUC-Rio, o evento faz parte da disciplina “Seminários da Graduação”.
Programação
Dia 22 de novembro
09:00h
Mesa de abertura: Oito anos de BRICS: o que mudou?
As raízes do BRICS remetem ao acrônimo cunhado em 2001 com vistas a designar Brasil, Rússia, Índia e China como quatro grandes economias emergentes. Desde 2009, o BRICS realiza cúpulas de alto nível anualmente, e em 2011, passou a contar com a participação da África do Sul como seu mais novo membro. Tendo como seus principais eixos de atuação a coordenação política nos foros multilaterais e a promoção da cooperação nas mais diversas áreas, o BRICS também conta, atualmente, com seu próprio banco de desenvolvimento, voltado ao financiamento de projetos nas áreas de infraestrutura e desenvolvimento sustentável, cujo escopo não se restringe aos seus países membros. Transcorridos quase oito anos após a realização de sua primeira cúpula e frente à crise financeira mundial iniciada em 2008, a mesa propõe uma análise da trajetória histórica dos BRICS, a avaliação de seus mecanismos institucionais e o debate acerca da relevância de seu papel na política internacional contemporânea.
Andrew Cooper, University of Waterloo (via Skype)
Ana Garcia, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Moderação: Katharina Hofmann, Fundação Friedrich Ebert (FES)
Registro:
11:00h
Mesa 2: Desafios da governança ambiental global: biodiversidade, clima e agenda 2030
A governança ambiental global fragmentada em diferentes regimes, formados por convenções, instrumentos vinculantes e conferências, que não possuem um espaço de convergência entre si. Atualmente, essa governança está sendo permeada pela Agenda 2030, caracterizada pela criação e posterior implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), do Acordo de Paris sobre mudanças do clima, e de outras ações na esfera ambiental global. Se por um lado, a Agenda 2030 tenta buscar soluções para o enfrentamento dos problemas ambientais, por outro, observa-se demasiada ênfase em alternativas – por vezes reducionistas – voltadas aos instrumentos de mercado e às novas tecnologias. Diante do atual cenário de crise ambiental e dos impactos gerados por esses instrumentos, a mesa propõe um debate acerca dos desafios à governança ambiental global.
Steven Bernstein, University of Toronto
Larissa Packer, Grupo Carta de Belém
Ana Toni, Gestão de Interesse Público (GIP)
Moderation: Maureen Santos, Plataforma Socioambiental do BPC
Registro:
Dia 23 de novembro
09:00h
Mesa 3: A evolução da governança climática e o regime pós-Paris, seus atores e processos
A Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças no Clima (UNFCCC), o Protocolo de Quioto e o recém aprovado Acordo de Paris figuram como principais marcos do regime internacional climático. Fundamentado no princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas, Quioto não se constitui como um acordo global, à medida que atribui uma meta média de redução das emissões de GEE apenas aos países que constam em seu Anexo I, caracterizados como nações industrializadas. O Acordo de Paris, em contraste, emerge como produto de um novo modelo de negociação multilateral, denominado como bottom-up, em que todas as partes são responsáveis por definir suas contribuições nacionais de forma voluntária. Considerando a nova fase de governança climática inaugurada a partir de Paris, a mesa buscará debater acerca das complexidades que caracterizam o regime do clima, tendo em vista o papel de diferentes atores internacionais e subnacionais como a sociedade civil, as comunidades epistêmicas e a iniciativa privada, assim como os possíveis impactos das transformações ocorridas no âmbito desse regime para o multilateralismo global.
Barbara Adams, Global Policy Forum
Camila Moreno, CPDA/ Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Nathalie Understell, Instituto Clima e Sociedade (ICS)
Moderation: Gonzalo Berrón, Fundação Friedrich Ebert (FES)
Registro:
11:00h
Mesa 4: O Papel dos BRICS na Governança Climática e o futuro do Multilateralismo
O BASIC configura-se como um grupo de diálogo informal constituído por Brasil, Índia, África do Sul e China que busca promover a concertação política e o intercâmbio de informações entre os países emergentes em meio às negociações climáticas. O grupo atua, dessa forma, como porta-voz dos países do Sul e possui como uma de suas principais demandas a preservação do princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas. A ausência da Rússia no BASIC justifica-se, portanto, pelo fato de o país ser o único membro dos BRICS incluído no Anexo I do Protocolo de Quioto, inviabilizando, assim, a construção de um discurso homogêneo entre as partes. Todavia, o novo modelo de negociação inaugurado a partir do Acordo de Paris e o aprofundamento da cooperação dos países BRICS na arena ambiental – tendo em vista os pacotes de financiamento aprovados recentemente pelo seu Novo Banco de Desenvolvimento – parecem contribuir para uma maior convergência de posicionamentos entre seus cinco Estados membros no âmbito da governança ambiental. A mesa busca analisar, logo, questões como o papel dos BRICS em meio às negociações multilaterais climáticas e a relevância dos países emergentes em meio à construção de um novo multilateralismo.
Samir Saran, Observer Reasearch Foundation (via Skype)
Rasigan Maharajh, University of Pretoria, South Africa
Paulo Esteves, Instituto de Relações Internacionais PUC-Rio /BPC
Patrícia Galvão, Centre for International Governance Innovation (CIGI)
Moderation: Alice Amorim, Gestão de Interesse Público/Projeto BRICS e Clima
Registro:
Perspectivas da Sociedade Civil para a Cooperação Brasileira
O Insituto de Relações Internacionais convida para o Seminário da Graduação “Perspectivas da Sociedade Civil para a Cooperação Brasileira“, realizado com o objetivo de debater os caminhos da cooperação para o desenvolvimento nos atuais tempos de crise política, econômica e institucional do Brasil. Além da mesa de debate, também teremos um key-note sobre a Assistência ao desenvolvimento após o Brexit, ministrado por Indranil Chakrabarti (UK Department for International Development – DFID).
O evento acontecerá no dia 21 de novembro, a partir das 9:00, no auditório B8, localizado no Prédio Cardel Frings, na PUC-Rio.
Para os alunos da gradução do IRI/PUC-Rio, o evento faz parte da disciplina “Seminários da Graduação”.
09:00 hs – Mesa 1: O Futuro da Cooperação Brasileira em Tempos de Crises
Iara Leite (Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC)
Melissa Pomeroy (Articulação Sul)
Geovana Zoccal (BRICS Policy Center | IRI/PUC-Rio)
O início dos anos 2000 foi marcado pelo crescente envolvimento do Brasil em iniciativas de cooperação sul-sul para o desenvolvimento. Os gastos do governo brasileiro com a cooperação para o desenvolvimento internacional mais que triplicaram entre 2005 e 2010, atingindo soma superior a 1,6 bilhão de reais. Contudo, o recém lançado relatório COBRADI 2011-2013 indica que recursos financeiros foram reduzidos pela metade em 3 anos, chegando a pouco mais de 850 milhões de reais no ano de 2013, últimos dados oficiais disponíveis. Tendo em vista o atual cenário de retrocesso democrático e de crise política, econômica e institucional do Brasil, a cooperação Sul-Sul parece ter sido relegada ao segundo plano. A mesa buscará debater, portanto, acerca dos desafios que se apresentam às iniciativas brasileiras de cooperação para o desenvolvimento.
11:00 hs – Key-note “Development Assistance after the Brexit”
Indranil Chakrabarti (UK Department for lnternational Development)
A eleição de Donald Trump e os rumos da política interna e externa dos Estados Unidos
O IRI/PUC-Rio tem o prazer de convidar para o Debate de Conjuntura A eleição de Donald Trump e os rumos da política interna e externa dos Estados Unidos, a ser realizado no dia 17 de novembro (quinta-feira), de 11 às 13 horas, no Auditório Padre José Anchieta, PUC-Rio.
Everton Lucero (Ministério das Relações Exteriores)
Li Shuo (Greenpeance China)
15h – 17h: Seminário de Relações Internacionais do CARI
A “Desobediência Epistemológica Ameríndia”, de Caio César de Azevedo Barros
Expansão da Influência Chinesa na Namíbia: impactos da cooperação Brasil-Namíbia e no Atlântico Sul, de Diana Vervloet Dalman de Magalhães, Felipe Carvalho da Silva, Lauany Ferreira Fabbreschi Carvalho, Naemi Goto Wakisaka e Paola Gonçalves Matias (todo(a)s são aluno(a)s da UNILASALLE-RJ)
Guerra às drogas e militarização da segurança pública: da redemocratização às UPPs, de Ana Clara Telles e Gabriel Gama Brasilino
Do Pan às Olimpíadas: Megaeventos esportivos como oportunidade de promoção internacional do Brasil de Julia Zordan, Marianna Gonçalves e Amanda Melo
Segunda-Feira, 16 de novembro de 2015
09h – 10h15: Public Lecture | Regional pluralism in Latin America: Risks and benefits of overlapping intergovernmental organizations
Detlef Nolte (GIGA)
Brigitte Weiffen (Cátedra Martius de Estudos Alemães e Europeus | DAAD – USP)
10h15 – 11h30: Conferência | Cooperação sul-Sul em Educação Profissional: o caminho a seguir
Wilson Lima (CNI)
11h30 – 13h: Mesa Redonda | A cooperação internacional brasileira no campo da segurança alimentar e nutricional
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