Mesa-Redonda – “After Snowden: Security, Surveillance and Rights”

As revelações de Edward J. Snowden acerca do programa secreto PRISM, da National Security Agency (NSA), confirmaram as práticas de vigilância em larga escala das atividades de governos, empresas e cidadãos, inclusive de alguns dos aliados mais próximos dos Estados Unidos na Europa e na América Latina. Nesta mesa-redonda, os professores Didier Bigo, Elspeth Guild, Mônica Herz e R. B. J. Walker irão debater os impactos destas práticas nas áreas de segurança nacional, diplomacia, direitos humanos, democracia, subjetividade e obediência.

O evento será em inglês e não haverá tradução simultânea.

Data: 30 de junho de 2015

Hora: 19:00 – 21:00

Auditório do RDC

Sobre a IPS Winter School 2015:

O Vaticano e a Mediação Internacional

Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni D’Aniello, esteve na Universidade para ministrar palestra sobre a mediação do Vaticano em conflitos internacionais

As resoluções de conflitos internacionais e a participação da Santa Sé na mediação de crises foram alguns dos temas abordados no Seminário O Vaticano e a Mediação Internacional. O encontro, promovido pelo Instituto de Relações Internacionais (IRI), na tarde do dia 9 de junho, teve a presença do Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni D’Aniello, ex-aluno da Universidade, das professoras Mônica Herz e Cláudia Fuentes Julio, e da aluna de mestrado Isa Mendes.

Como representante diplomático do Estado do Vaticano, Dom Giovanni D’Aniello ressaltou que, em momentos de crises políticas e religiosas, como a Primeira e Segunda Guerras mundiais, a Guerra do Golfo e as tensões entre Argentina e Chile, Estados Unidos e Cuba, a Santa Sé esteve presente na mediação dos conflitos. Dom Giovanni ressaltou o envolvimento dos papas na construção da paz, por meio da mediação entre os envolvidos, na história da humanidade.

­– A Santa Sé sempre esteve a serviço de um mundo melhor. Durante a segunda guerra, o Papa Pio XII defendeu, na missa de Natal, o direito dos povos. Na guerra do Golfo, a Santa Sé expressou sua condenação até o último segundo. O Papa Bento XVI dizia que a Igreja Católica deveria contribuir com a sua própria parcela para construir uma ligação das relações internacionais nas quais cada povo se sinta protagonista. Além disso, a Igreja age de uma forma ética e moral na mediação e na construção da paz para que o mundo seja um lugar mais fraterno e acolhedor. Atualmente a Santa Sé tem relações diplomáticas com 179 países.

Além de representar a Igreja diplomaticamente, Dom Giovanni exerce a função de ligar a Igreja Católica do Brasil à Santa Sé. A Santa Sé é de natureza religiosa e o Estado da Cidade do Vaticano tem natureza política. Os dois têm personalidades jurídicas distintas.

A professora Claudia Fuentes Julio apresentou uma análise do conflito de Beagle e o processo de paz entre Argentina e Chile. Os dois países disputavam a soberania sobre as ilhas: Picton, Nueva e Lennox. O Vaticano teve dois elementos principais de intervenção para o acordo de paz e para evitar um conflito armando. Segundo a professora, o Cardeal Samoré teve papel fundamental para o tratado de paz e amizade.

– O Papa João Paulo II foi eleito em outubro de 1978, logo em seguida, o Cardeal Samoré começa a missão de mediação entre os países. Ele vai à Argentina para ouvir os pontos de vista e à Santiago, no Chile, para ouvir a outra parte. Samoré aconselha os representantes e diz que os países devem ter “uma garrafa de sabedoria, um barril de prudência e um oceano de paciência”.

A negociação entre Cuba e os Estados Unidos foi o tema abordado pela estudante e pesquisadora Isa Mendes. O reatamento de laços diplomáticos aconteceu em 2014, no entanto, segundo Isa, há uma relação paradoxal entre os dois países.

– Enquanto os Estados Unidos são uma potência econômica e militar, Cuba é uma pequena ilha no Mar do Caribe. No entanto, são inevitáveis um ao outro. Percebendo isso, os líderes se reuniram secretamente, durante meses, e com a intervenção do Papa Francisco ocorreu a negociação.

Fonte: Jornal da PUC/COMUNICAR PUC-Rio

Seminário 2015.1: O papel do gênero na sociedade global: teoria e prática

O evento busca reunir uma multiplicidade de diferentes perspectivas sobre o entrelaçamento entre questões de gênero, a sociedade e a política contemporâneas, tanto em âmbito nacional quanto internacional. O objetivo, com isso, é seguir rumo a um maior entendimento sobre as diferentes dinâmicas que perpassam as vivências humanas nas bases de toda a política que é feita — mais especificamente o lugar ocupado pelo corpo humano e pelos papeis sociais a este associados.

É fundamental aproximar gênero das discussões de Relações Internacionais para que se possa trazer perspectivas críticas sobre relações sociopolíticas e ampliar o entendimento sobre estas, tendo em vista questões que estão tomando cada vez mais proeminência nas áreas sociais e acadêmicas e agregando cada vez mais ao debate. Enquanto um campo de conhecimento multidisciplinar e multifacetado, os Estudos de Gênero abrangem categorias de análise que se sobrepõem e se cruzam, formando um verdadeiro caldeirão de perspectivas e é necessário disponibilizar aos alunos e ao público em geral o que há de mais recente no debate. Tão importante quanto isso é formar cidadãos com consciência sobre temas que envolvem o bem-estar social de segmentos que vêm há muito sendo ignorados. 

Como inúmeros estudos vêm mostrando desde o século XX, questões de gênero fazem parte da fundação de todas as relações humanas, uma vez que gênero é a primeira coisa a se perceber sobre alguém e vem há muito sendo fator determinante de lugares sociais a serem 
ocupados por esses ou aqueles indivíduos, bem como aquilo que é importante ou desimportante, o que interessa ou não interessa para a política. Gênero molda pautas políticas e acadêmicas, dita comportamentos aceitáveis e inaceitáveis, e determina quem tem acesso ao poder. Desmascarar essas questões, que normalmente são pressupostas e tidas como inquestionáveis, é um primeiro passo para a compreensão de dinâmicas de dominação entre diferentes classes e segmentos.

Este evento terá cinco objetivos específicos: 1. trazer perspectivas que formam os fundamentos dos estudos de gênero, e em particular as contribuições para a disciplina de Relações Internacionais; 2. endereçar as principais possibilidades de se pensar gênero em contextos internacionais, especialmente aqueles que fogem do âmbito Ocidental; 3. aproximar os alunos das pautas de diversos movimentos sociais no Brasil e na América Latina, assim como introduzir pontos chave acerca das políticas públicas de gênero no Brasil; 4. apresentar perspectivas críticas que desconstroem o papel dos homens e das crianças em situações de conflito, assuntos que ainda pouco são explorados em suas complexidades e contradições; e 5. introduzir estudos de contestação da heteronormatividade, ou seja, a pressuposição compulsória sobre identidade de gênero e orientação sexual e como isso afeta a política brasileira e internacional.

Programação

1º dia: Teoria e prática nas relações internacionais

9:00-9:30: Boas vindas e entrega do prêmio Gerson Moura

9:30-11:00 – Painel 1: Experiências Masculinas e de Crianças em Situação de Conflito (em parceria com a Global South Unit for Mediation – GSUM)
O painel tem como objetivo discutir experiências masculinas e de crianças em situações de guerra. No caso das experiências masculinas, o painel busca explorar a participação de homens não como soldados, mas como vítimas de violência contra o gênero (aniquilação, violência sexual, recrutamento forçado) e, principalmente, analisar como há um silenciamento dessas experiências. Ao mesmo tempo, busca-se discutir a experiência de crianças em conflitos armados, desde o envolvimento direto como combatente, até o desempenho de outras atividades também ligadas aos grupos armados oficiais ou não (cozinheiro, por exemplo), e sobretudo, como vítima de diversas formas de violência. O painel se mostra necessário uma vez que traz assuntos ainda pouco discutidos no âmbito da disciplina de Relações Internacionais, apesar destes constituírem uma realidade no cenário internacional que impacta a vida de milhares de pessoas que vivem em situações de conflito armado. 
Mediadora: Monica Herz (IRI/PUC –Rio e GSUM)
Jana Tabak (IRI/PUC-Rio) – Against the Norm: Child-Soldiers as an International Emergency
David Rosen (Fairleigh Dickinson University) – Patriots and Victims: Gender and the Iconography of Child Soldiers
Paula Drumond (Graduate Institute of International and Development Studies) – Embodied Battlefields: Uncovering Sexual Violence against Men in War Theaters
Adam Jones (UBC Okanagan) – Worlding Men: A Conceptual and Humanitarian Perspective on Men and Boys of the Global South

11:30-13:30: Painel 2: Gênero em perspectiva: experiências de gênero no cenário internacional 
Esse painel reunirá pesquisadoras e ativistas que lidam com diferentes questões de gênero, seja em suas pesquisas ou através da participação em movimentos sociais. Pretende-se discutir de que forma a questão de gênero afeta uma gama de conflitos internacionais e como podem ser articuladas diferentes interpretações a cerca da experiência de gênero. 
Mediadora: Paula Sandrin (IRI/PUC-Rio)
Marcia Nina Bernardes (Direito/PUC-Rio) – Aspectos transnacionais da luta contra a violência doméstica contra a mulher
Renata Giannini (IRI/ PUC-Rio e Instituto Igarapé) – Proteção e empoderamento: uma abordagem integral para eliminar a violência baseada em gênero em conflitos
Diana Aguiar (Transnational Institute) – Movimentos feministas transnacionais: estratégias diversas e dilemas sobre o lugar da política
Grazielle Costa (UFF) – O outro lado da história: contribuições e limites dos pioneiros estudos de gênero nas relações internacionais
Sonia Beatriz dos Santos (UERJ e Criola) – Movimentos Transnacionais de Mulheres Negras: Uma Perspectiva de Gênero e Raça

2º dia: Teoria e prática no Brasil e América Latina

9:00 – 11:00 – Painel 3: O Gênero no âmbito das Políticas Públicas Brasileiras
Este painel se dispõe a trazer uma perspectiva nacional dentro do debate de Gênero das Relações Internacionais, visando trabalhar o espaço no qual estamos inseridos, trazendo uma visão prática do tema. Trabalhar e repensar as políticas públicas brasileiras sobre as questões de gênero é essencial para compreender e destrinchar a política externa sobre o tema.
Mediadora: Ana Delgado (IRI/PUC-RIO)
Clara Maria de Oliveira Araújo (UERJ) – Perspectiva de gênero nas políticas públicas brasileiras: o feminismo e as tensões sobre maternalismo, empoderamento e autonomia
Sarah Reis (UnB) – Políticas de Igualdade de Gênero: uma análise a partir dos estudos de Nancy Fraser
Ana Claudia Pereira (UERJ) – a confirmar

11:30-13:30 – Painel 4: Movimentos Sociais Feministas na América Latina: pautas e lutas
Essa mesa se destina a traçar um panorama das principais pautas e lutas dos movimentos sociais feministas da América Latina, mapeando as conquistas, as dificuldades e os desafios para concretizar avanços no que diz respeito a direitos das mulheres, democratização de espaços públicos e a eliminação de desigualdades e opressões cotidianas. 
Mediadora: Claudia Fuentes (IRI/PUC-Rio)
Miriam Nobre (Secretariado Internacional – Marcha Mundial das Mulheres) – Aportes do feminismo latino americano na construção de um movimento internacional: agenda e processos organizativos da Marcha Mundial das Mulheres
Clarisse Goulart Paradis (UFMG) – Despatriarcalização do Estado, da sociedade, dos corpos: um debate sobre a luta política feminista na América Latina
Irene Léon (FEDAEPS Equador) – Utopías, paradojas y construcción procesual de Estados sin patriarcado en América Latina y el Caribe
Patricia Rangel (USP) – Ativismo feminista, feminismo estatal e direitos políticos das mulheres: Argentina, Brasil e Chile
Francisca Rodriguez (Associação Nacional de Mulheres Rurais e Indígenas do Chile – ANAMURI) – Las mujeres del Campo construyendo feminismo Campesino y Popular

3º dia: Para além dos feminismos

09:00 – 11:00 – Painel 5: Contestações da heteronormatividade
Este painel tem como objetivo apontar os locais onde são perpetuadas pressuposições compulsórias de papeis de gênero e sexualidade e as consequências de tais pressuposições nos contextos sociais e políticos, em âmbito nacional e internacional.
Mediadora: Marta Fernandez (IRI/PUC-Rio)
Carla Rodrigues (UFRJ) – Homofobia e diferença sexual: para além do medo
Jaqueline Gomes de Jesus (FGV- RJ e UNIPLAN – DF) – Desgenerificação no Racismo e no Sexismo
Leonardo Peçanha (Instituto Brasileiro de Transmasculinidades – IBRAT) – Sexualidade pra quem? Casais trans heterossexuais e a heteronorma

11:30 – 13:30 – Palestra: Spike Peterson (University of Arizona) – How (the Meaning of) Gender Matters: Personally, Politically, Internationally

How The United States and the Soviet Union Founded the United Nations

O Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio e o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) convidam para a palestra “How The United States and the Soviet Union Founded the United Nations“, a ser realizada no dia 04 de maio de 2015, às 15h, no auditório do RDC (PUC-Rio).

Palestrante: Stephen Schlesinger (Century Foundation)

Com a participação da Profa. Mônica Herz (IRI) e de Giancarlo Summa (UNIC Rio)

O evento ocorrerá em inglês e não haverá tradução.

Não é preciso confirmar presença.

A participação no evento contará como 2h de atividades complementares.

Seminário: Os 70 anos da Organização das Nações Unidas – conquistas, desafios e debates

Auditório RDC

Programação

Primeiro dia (04/05):

9:00 – Boas vindas com a presença do Reitor Prof. Pe. Josafá Carlos de Siqueira

9:15 -11:00 – Painel 1: ONU e segurança internacional

Mediadora: Paula Sandrin (IRI/PUC-Rio)

Marcelo Viegas (Itamaraty)

Monica Herz (IRI/PUC-Rio)

Maíra Siman (IRI/PUC-Rio)

11:30 – 13:30 – Painel 2: ONU e saúde global

Mediadora: Geovana Zoccal (IRI/PUC-Rio)

Paulo Buss (CRIS/FIOCRUZ)

Deisy Ventura (IRI/USP)

Mario Dal Poz (Centro Rio de Saúde Global)

Segundo dia (05/05):

9:00 – 11:00 – Painel 3: a ONU e Mudanças Climáticas

Mediador: Bruno Magalhães (IRI/PUC-Rio)

Alice Amorim (GIP)

Maureen Santos (IRI/PUC-Rio)

Camila Moreno (Grupo Carta de Belém)

11:30 – 13:30 – Painel 4: a ONU e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Mediador: Sergio Veloso (IRI/PUC-Rio)

Carlos Aguilar (OXFAM)

Maria Elena Rodrigues (IBASE/IRI-PUC-Rio)

Mariella Di Ciommo (Development Intiatives)

Layla Saad (Rio+)

15:00 -19:00 – Seminário do Centro Acadêmico de Relações Internacionais (CARI)

PROGRAMAÇÃO SEMINÁRIO CARI 2015.1   

1ª MESA – 15h 

Segurança e Multilateralismo no século XXI  

– Iago Drumond  Discurso, 9/11 e Nações Unidas: Uma análise sobre o discurso estadunidense, sua influência e o seu efeito na criação do CTC do Conselho de Segurança das Nações Unidas.  

– Adriana Abdenur, Maiara Folly e Sergio A.S. Jordão Potências emergentes e a cooperação marítima: Os BRICS e a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar.  

– Louise Marie Hurel Silva Dias Governança da Internet: Abordando sua Complexidade . 

– Bernardo Salgado Rodrigues Recursos naturais na América do Sul: entre a autonomia estratégia e a dependência estrutural na Petrobras.  

2ª MESA – 17h 

Perspectivas de um Mundo Pós-estruturalista? 

– Júlia Mariano Zordan e Louise Marie Hurel Silva Dias La Vie en Rose: O Cor-de-Rosa nosso de cada dia. 

– Marina Sertã Miranda Cell Block Tango: Identidade, Performatividade e Política Externa dos EUA no imediato Pós11/09 . 

– Matheus Vieira Ferrari O Espaço e a Territorialidade nas Relações Internacionais: Fetiches “Marginalizantes”. 

– Thaís Lacerda Queiroz Carvalho A Escoteira Muçulmana: Um breve ensaio sobre Escotismo, Islã e Gênero.  

Cuba, the U.S, and the Changing Political Landscape in the Americas: a Debate Ahead of the Panama Summit

Data: 07 de abril de 2015

Hora: 10h – 12h

Debate de conjuntura

Moderador: Kai Michael Kenkel (IRI)

Palestrantes: Rafael Villa (USP), Claudia Fuentes (IRI) e Bert Hoffman (GIGA)

Debatedora: Miriam Saraiva (UERJ)

A participação no evento contará como horas para atividades complementares.

Lançamento do livro “18 Dias”

Hora: 15h – 17h

No dia 01 de abril de 2015 acontecerá na sala F300 o lançamento do livro “18 Dias”, do professor Matias Spektor, que ministrará uma palestra em conjunto com a professora do IRI Monica Herz

A participação no evento contará como horas para atividades complementares.

As Relações entre Rússia e OTAN no pós Guerra Fria

Hora: 13h – 15h

As Relações entre Rússia e OTAN no pós Guerra Fria
Local: Auditório Padre Anchieta
Palestrantes: Prof.  Márcio Scalércio, Profa. Monica Herz, Prof. Fabiano Mielniczuk, Prof. João Nogueira

Aula Inaugural do IRI e do Departamento de Direito, “A Comissão Nacional da Verdade – seu relatório e seus desdobramentos”

É com prazer que convidamos para a Aula Inaugural do Instituto de Relações Internacionais e do Departamento de Direito, “A Comissão Nacional da Verdade – seu relatório e seus desdobramentos“, a ser realizada na segunda-feira, dia 16 de março, às 11 horas, no Auditório B6. A Aula será ministrada por Pedro Dallari, Diretor do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP e ex-coordenador da Comissão Nacional da Verdade.

International Relations and the (Re) Invention of History

O Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio tem o prazer em convidá-lo a participar do Seminário “International Relations and the (Re) Invention of History”. O evento acontecerá dias 29, 30 e 31 de outubro no Auditório RDC, Campus Gávea, PUC-Rio.


O seminário buscará discutir instâncias e conjunturas em que a história foi reinventada pelas Relações internacionais a fim de disciplinar o tempo e reproduzir os significados que fixam as bases da política mundial contemporânea. O evento discutirá a relação crítica entre história e relações internacionais em suas diferentes tentativas de produzir um discurso sobre o ‘mundo’.

O evento contará com a presença:

 – Rob (RBJ) Walker (University of Victoria);

Nicholas Onuf (Florida International University/IRI PUC-Rio);

– Jens Bartelson (Lund University);

– Mustapha Pasha (Aberystwyth University);

– Kathleen Davis (University of Rhode Island);

– Himadeep Muppidi (Vassar College);

– Branwen Gruffydd Jones (Goldsmiths University of London);

– Gregory Blue (University of Victoria);