Este ano, a primeira semana da IPS trará a professora Rita Abrahamsen, University of Ottawa, e os professores R B J Walker, University of Victoria e PUC-Rio, e Michael J. Shapiro, University of Hawaii – Manoa. Entre os temas que serão abordados por eles estão as teorias críticas e a sociologia política internacional; segurança, desenvolvimento e democracia; e fluxo de contingentes – vida precária.
A Escola de Inverno IPS é um evento anual, com duração de duas semanas, cujo objetivo é debater temas e abordagens críticas propostas pela sociologia política internacional. O curso, voltado para alunos de pós-graduação ou acadêmicos em início de carreira, é dividido em duas semanas e vai acontecer entre os dias 26 e 30 de junho (primeira semana) e 3 a 7 de julho (segunda semana) de 2017.
No último dia 21 de março, foi realizada a Aula Inaugural de 2017.1 do Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio. Este semestre, o IRI recebeu Deisy Ventura, professora de Direito Internacional e Livre-Docente do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (IRI-USP). Ela trouxe o tema “La Trampa: a política migratória dos Estados Unidos e a ascensão mundial da xenofobia”. A mesa também contou com mediação da professora Paula Sandrin (IRI/PUC-Rio).
Título da aula, o conceito “La Trampa”, vem do espanhol e significa armadilha, tentativa de enganar alguém. Partindo dessas definições, a professora buscou problematizar a construção dos discursos e imagens dos estrangeiros, imigrantes e refugiados que, segundo ela, permitiriam e legitimariam uma série de medidas políticas para contenção e exclusão dessas pessoas estigmatizadas. Na apresentação, a professora buscou expor os aspectos das duas ordens executivas de Donald Trump quanto a questão migratória nos Estados Unidos, comparando com as políticas dos governos anteriores de Bush e de Obama, uma vez que as ações adotadas pelo recente governo Trump tiveram repercussão mundial.
Durante o evento, Deisy falou sobre a ideia de “fabricação do estrangeiro”. Para ela, a impressão que temos sobre eles é “uma síntese grosseira de informações incompletas”. Os estrangeiros (estendendo-se assim para imigrantes, refugiados, ou todos aqueles não-nacionais) frequentemente são vistos como suspeitos, como uma ameaça – aos postos de trabalho, à cultura – e são muitas vezes julgados e tratados pelo o que ainda não fizeram, mas supostamente fariam.
Sobre os refugiados, a professora disse que 86% deles estão nos países do mundo em desenvolvimento e a maioria vive em condições nas quais não sobreviríamos uma semana.
Segundo ela, Turquia, Paquistão, Líbano, Irã e Etiópia são os que de fato passam por uma crise humanitária, diferente de países europeus e os Estados Unidos, já que apenas uma pequena parte dos refugiados tentam chegar nesses lugares – algo não abordado com a devida profundidade pela mídia.
Ao final da aula, Deisy conversou com o IRI sobre o atual estágio da política migratória brasileira. “Há no Brasil uma disputa em matéria de política migratória entre três grandes vertentes”, diz. A predominante é a primária, que pensa ser preciso reforçar os controles de fronteiras e vê o estrangeiro como uma ameaça em potencial. A segunda vertente é ligada ao trabalho, ao temor de que o migrante tire o emprego de alguém. Nesse sentido, eles seriam bem-vindos apenas na medida em que o mercado precise deles. Já a última vertente, mais alinhada ao posicionamento de Deisy, busca respeitar e defender o direito das pessoas.
Para a professora, mesmo tendo um número significativo de brasileiros no exterior, existe um dificuldade enorme para a população brasileira de ver os fluxos migratórios com simpatia e de se colocar no lugar dessas pessoas, tratando-as da maneira como gostaríamos de ser tratados quando migramos. Para ela, a mobilidade humana é um tema que precisa ser mais estudado e trabalhado, já que a “trampa” é muito mais profunda.
Confira a entrevista concedida pela professora.
Se você perdeu o evento, acesse nossos canais no YouTube e no SoundCloud e confira o vídeo e o áudio da aula na íntegra!
Composta por dez alunos, a primeira turma possui estudantes do Brasil, Paraguai e Peru. O curso visa a formação de pesquisadores no campo das Relações Internacionais, com ênfase nos processos de integração regional, particularmente na região latino-americana. Todos os alunos do programa irão passar o primeiro semestre de 2018 tendo aulas no IRI.
O Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio recebeu Vivian Alt, ex-aluna do IRI que hoje trabalha como Advocacy Coordinator na ONG Handicap International, no Iraque, para conversar com os estudantes de Relações Internacionais sobre o mercado de trabalho em uma área que atraí muitos alunos e alunas do curso: as Organizações Humanitárias. A conversa, que lotou o auditório do IRI, foi mediada por Danilo Marcondes, pesquisador de pós-doutorado do Instituto.
Vivian explicou que as Organizações Humanitárias têm duas áreas diferentes: desenvolvimento e emergência humanitária. A área de desenvolvimento atua com projetos mais longos em países em conflito, países de renda baixa e média, e países em fase de “recuperação” de crise humanitária, enquanto a área emergencial tem projetos mais curtos que lidam com conflitos armados, desastres naturais, epidemias, entre outros. As formas de trabalho também podem ser duas: a área técnica, que exige especialização no campo de atuação – nessa área, os alunos de RI podem trabalhar com projetos ou cash transfer – e a área operacional – gerentes de projeto, administração, finanças, logística, coordenadores de operação e chefes de missão.
Ela esclareceu as diferenças entre essas áreas porque é muito importante para o profissional saber e planejar para onde se quer ir. Por isso, Vivian aconselhou os alunos a conhecerem seus gostos, qualidades e limitações. Muitas das missões das Organizações Humanitárias acontecem em países com condições desconfortáveis, então, é necessário saber, realmente, se você está disposto a abrir mão de determinados costumes.
Entre outros conselhos, ela indica fazer cursos ou mestrado no exterior – imprescindível se deseja trabalhar em uma organização internacional, estagiar e fazer trabalhos voluntários no Brasil, saber qual é o seu diferencial e explorá-lo, persistir aos muitos “nãos” que virão e não ter pressa.
No dia 6 de março, o Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB) recebeu professores, pesquisadores e alunos de graduação do Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio para discutir as pesquisas que serão conduzidas conjuntamente pelas duas instituições no contexto dos trabalhos da recém-criada Rede Brasileira de Pesquisa em Operações de Paz (REPRAPAZ).
A reunião, que contou com a participação da professora Maíra Siman, do professor Ricardo Oliveira e do pesquisador de pós-doutorado Danilo Marcondes, teve como intuito avançar as linhas principais de investigação relacionadas aos Grupos de Trabalho I e III da REBRAPAZ (“Proteção de Civis” e “Capacidades, Performance e Desdobramento Rápido”). Por meio de um acordo concluído com CCOPAB em 2016, estudantes de graduação do IRI atuarão como pesquisadores voluntários no Centro, não apenas auxiliando os estudos e atividades de interesse de ambas as instituições, como também promovendo os debates já em andamento no âmbito da REBRAPAZ.
Está disponível no YouTube e no SoundCloud, a palestra “Ilhas Falkland – Governo, Economia e Oportunidades na América do Sul”, realizada no dia 30 de novembro na PUC-Rio.
O evento sucedeu-se após a ONU decidir ampliar os limites da plataforma continental argentina, incorporando, dessa forma, as Ilhas Falkland – antes pertencente ao Reino Unido – ao território argentino.
Com mediação da professora Andrea Hoffman, IRI/PUC-Rio, a palestra contou com a presença de três representantes das Ilhas Falkland: Michael Poole e Phyl Rendell, da Assembleia Legislativa, e Rody Cordeiro, do Departamento de Recursos Minerais.
A IPS tem como objetivo construir mais diálogos entre o campo das Relações Internacionais e o campo da Sociologia, com especial foco na Sociologia Crítica. A seção também procura integrar os níveis de análise domésticos e internacionais, com especial ênfase nas dimensões sociais e culturais dos estudos das Relações Internacionais. Além disso, a seção também tem como objetivos incentivar a inovação nos campos metodológico, epistemológico, analítico e teórico através da interdisciplinaridade e trocas com outros campos, principalmente da sociologia.
Conheça também a Escola de Inverno International Political Sociology (IPS Winter School), um curso com duração de 2 semanas que busca criar um ambiente acadêmico favorável ao debate acerca das teorias críticas de Relações Internacionais, organizado pelo Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio. As datas para a terceira edição da Escola de Inverno IPS em 2017 já estão confirmadas. A escola acontecerá entre os dias 26 e 30 de junho (primeira semana) e 3 a 7 de julho (segunda semana) de 2017.
No dia 24 de outubro de 2016, foi realizado pelo IRI/PUC-Rio em conjunto com a Escola Superior de Guerra, o seminário ZOPACAS: 30 anos de Desafios, que reuniu representantes e especialistas do âmbito acadêmico e militar para refletir sobre o estabelecimento da Zona de Paz criada em 1986, importante marco na história da participação do Brasil em diferentes processos da construção da paz e da ordem no sistema internacional.
Após 30 anos de estabelecimento, retomar as discussões sobre a ZOPACAS não só é relevante para o tema das Relações Internacionais, como também se trata de um assunto interdisciplinar a medida diz respeito à Geopolítica, ao desenvolvimento tecnológico do país, à Defesa e estudos estratégicos. Nesse sentido, o seminário procurou suscitar discussões importantes para a formação de Políticas Públicas que não só estejam no âmbito da governança global, mas que possa estabelecer quais os interesses brasileiros na região, tanto no campo da defesa quanto no econômico.
A primeira mesa do seminário intitulada “Atlântico Sul: a construção de uma Região” contou com a participação da professora Monica Herz (IRI/PUC-Rio) e do professor Almirante Antônio Ruy de Almeida, Coordenador do Programa de Pós-Graduação e Assessor Especial do Comando da Escola Superior de Guerra e ex-aluno de doutorado do IRI e mediação da professora Layla Dawood (UERJ). e ofereceu um panorama sobre a evolução do debate sobre o processo de construção de regiões, regionalismo e inter-regionalismo, além de processos de institucionalização e de possíveis formações de Organizações Regionais – discussão associada às teorias construtivistas no âmbito das Relações Internacionais enquanto campo de estudo.
O primeiro destaque feio pela professora Herz, reconhece a dificuldade na formação de uma área em que “não estão presentes os laços de identidades coletivas e cooperação tradicionais, que caracterizam, por exemplo, os laços de regiões na Europa”. Além disso, segunda a professora, também há a dificuldade na definição geográfica da própria área, diferença da percepção do que seria a região do Atlântico Sul e do Atlântico Norte, traduzindo-se no debate sobre zonas de influência, principalmente a influência brasileira nessa região. Nesse sentido, Herz aponta o esforço e investimento feito pelo governo brasileiro, principalmente através das forças armadas e da marinha, para a produção de conhecimento nesse campo.
Antonio Ruy destacou que a ZOPACAS é um “mecanismo de construção ainda incipiente, principalmente na área da Segurança e da Defesa, mas torna-se importante dentro de um projeto brasileiro de inserção no sistema internacional”. A apresentação de Ruy apontou que a ZOPACAS, apesar de estar longe de atingir os objetivos que se propôs inicialmente, foi capaz de ampliar a sua agenda para reforçar a posição brasileira no âmbito da governança global.
A segunda mesa do seminário intitulada “Atlântico Sul: Cooperação e Potencialidades” contou com a participação de Marcelo Simas, Economista Senior e professor da Universidade Petrobrás, Izabel King Jeck, Marinha do Brasil, Assessora para o Plano de Levantamento da Plataforma Continental, Sabrina Evangelista Medeiros, professora da Escola de Guerra Naval e professora colaboradora da UFRJ e mediação da professora Andrea Ribeiro Hoffmann (IRI/PUC-Rio).
A abertura do painel destacou a relevância do tema do petróleo no debate sobre a ZOPACAS. As novas fronteiras exploratórias do petróleo, incluindo as novas descobertas localizadas na bacia do atlântico, principalmente em águas profundas, a geopolítica do petróleoe seus principais atores e as mudanças no marco regulatório foram alguns dos temas debatidos por Simas.
A Capitã-de-Mar-e-Guerra Izabel Jeck apresentou o projeto LEPLAC (Levantamento da Plataforma Continental Brasileira), que teve início em 1986, cujo objetivo é estabelecer o limite da Plataforma Continental além das 200 milhas da Zona Econômica Exclusiva (ZEE), em conformidade com os critérios estabelecidos pela Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar. O Brasil foi o segundo país a apresentar uma proposta de extensão de plataforma continental, após a Rússia.
O encerramento da mesa se deu com a apresentação da professora Sabrina Medeiros, que discutiu o aprofundamento da cooperação técnica e o papel do Brasil como ator proeminente no processo de integração da região do Atlântico Sul, já que o país conta com o maior litoral da região, 95% do comércio exterior e os projetos de política externa das últimas décadas focados na cooperação Sul-Sul.
A ZOPACAS foi estabelecida em 1986 pela Resolução 41/11 da Assembleia das Nações Unidas, com objetivo de promover a cooperação para o desenvolvimento econômico e social e a paz e a segurança e evitar a introdução e o desenvolvimento de armamentos nucleares e outros artefatos de destruição em massa na região. A ZOPACAS é composta por 24 países: África do Sul, Angola, Argentina, Benin, Brasil, Cabo Verde, Camarões, Congo, Costa do Marfim, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Libéria, Namíbia, Nigéria, República Democrática do Congo, São Tomé e Príncipe, Senegal, Serra Leoa, Togo e Uruguai.
O Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio torna pública as mesas e palestras da primeira parte da Semana de Seminários da Graduação. Através do nosso canal no YouTube, já é possível assistir a todas as mesas feitas durante o evento, e através do Soundcloud é possível ter acesso aos áudios dos eventos também na íntegra.
As palestras intituladas “The Dragon and the Elephant meet the Jaguars” compõe o primeiro bloco da Semana de Seminários da Graduação do segundo semestre de 2016. Neste evento, todas as mesas trataram da forte aproximação da China e, em menor medida, da Índia com os países da América Latina, em uns ou outros sentidos, consequências e implicações que essas aproximações causaram. Discutiram-se possibilidades, oportunidades, motivações e potencialidades dos países envolvidos, suas similaridades e também suas diferenças.
No dia 21 de Novembro de 2016, o Instituto de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (IRI/PUC-Rio) e o BRICS Policy Center organizaram o seminário “Perspectivas da Sociedade Civil para a Cooperação Brasileira”, no Auditório B8 da PUC-Rio, que contou a participação de Iara Leite (Universidade Federado de Santa Catarina), Geovana Zoccal (BPC-IRI/PUC-Rio), Melissa Pomeroy (Articulação Sul), além da mediação de Paolo de Renzio (IRI/PUC-Rio). O seminário consistiu em 3 apresentações (de cada um dos participantes do seminário) seguidas de uma discussão entre os participantes e a plateia.
O início dos anos 2000 foi marcado pelo crescente envolvimento do Brasil em iniciativas de cooperação sul-sul para o desenvolvimento. Os gastos do governo brasileiro com a cooperação para o desenvolvimento internacional mais que triplicaram entre 2005 e 2010, atingindo soma superior a 1,6 bilhão de reais. Contudo, o recém lançado relatório COBRADI 2011-2013 indica que recursos financeiros foram reduzidos pela metade em 3 anos, chegando a pouco mais de 850 milhões de reais no ano de 2013, últimos dados oficiais disponíveis. Tendo em vista o atual cenário de retrocesso democrático e de crise política, econômica e institucional do Brasil, a cooperação Sul-Sul parece ter sido relegada ao segundo plano, especialmente uma vez que a sociedade civil em geral permaneceu de fora das iniciativas de cooperação brasileiras. A mesa buscou debater os desafios que se apresentam às atuais iniciativas brasileiras de cooperação para o desenvolvimento, muito ligados ao atual momento da política nacional.
Podemos usar “cookies” e outras tecnologias de rastreamento (por exemplo, “web beacons”) para conhecer seus interesses, as páginas que você navegou, seus padrões de tráfego e seu comportamento. Assim, podemos oferecer um serviço melhor.
Você pode desativar cookies e web beacons a qualquer momento ou cancelar a inscrição para receber nossos e-mails. Porém, ao desativar essas tecnologias, talvez você não consiga usar e aproveitar todos os recursos que oferecemos.
NOTE: These settings will only apply to the browser and device you are currently using.
Redes Sociais
Cookies de redes sociais podem ser armazenadas no seu navegador enquanto você navega pelo blog, por exemplo, quando você usa o botão de compartilhar um artigo em alguma rede social.
As empresas que geram esses cookies correspondentes as redes sociais que utiliza este site tem suas próprias políticas de cookies:
Cookie do Twitter, segundo o disposto em sua Política de privacidade e de uso de
cookies: https://twitter.com/es/privacy
Cookie do Google+, de acordo com o disposto em sua Política de cookies: https://policies.google.com/technologies/cookies?hl=pt-br
Cookie de Pinterest, segundo o disposto em sua Política de privacidade e de utilização de cookies: https://policy.pinterest.com/es/privacy-policy
Cookie do LinkedIn, segundo o disposto em sua Política de cookies: https://www.linkedin.com/legal/cookie-policy?trk=hp-cookies
Cookie de Facebook, de acordo com o disposto em sua Política de cookies: https://www.facebook.com/policies/cookies/
Cookie do YouTube, de acordo com o disposto em sua Política de cookies: https://policies.google.com/technologies/cookies?hl=pt-br
Cookie de Instagram, segundo o disposto em sua Política de cookies: https://help.instagram.com/1896641480634370?ref=ig
Assim, as implicações de privacidade serão em função de cada rede social e dependem da configuração de privacidade que tenha nessa rede.
Em nenhum caso, nem o site iri.puc-rio.br, nem os anunciantes, podemos obter informações de identificação pessoal de cookies.
Google Analytics
Em particular, este site utiliza o Google Analytics, um serviço de análise web fornecido pela Google, Inc. com sede nos Estados Unidos, com sede em 1600 Amphitheatre Parkway, Mountain View, ca 94043.
Para a prestação destes serviços, o Google utiliza cookies que coletam informações, incluindo o endereço IP do usuário, que será transmitida, tratada e armazenada pelo
Google nos termos fixados na web Google.com. Isso inclui a possível transmissão de tais informações a terceiros por motivos de exigência legal ou quando estes terceiros processem a informação por conta do Google.
Para consultar o tipo de cookie utilizado pelo Google, além do cookie do Google+ e Google Maps na url abaixo: