A professora Cynthia Enloe, Clark University, esteve presente na terceira edição da Escola de Inverno IPS, e participou da conferência pública “In Times Such as These, In a World Such as This… Why Is a Feminist Curiosity So Crucial?” – um evento da Escola em parceria com o grupo MulheRIs.
“O que é o refúgio? Quem são e onde estão os refugiados hoje? Quais as leis, normas, tratados que regulam seus direitos e deveres nos planos nacional, regional e internacional? Quais são os desafios de proteção e integração? Como respondem as organizações internacionais, nacionais, locais e os movimentos sociais às suas demandas? Como medo e trauma moldam e mobilizam a categoria do refugiado? Como pensar/ler/falar sobre e com o tema a partir de outros olhares e narrativas?”
Essas e outras perguntas serão discutidas na nova disciplina interdepartamental liderada pelo Instituto de Relações Internacionais e pelos Departamentos de Direito, Psicologia, Letras e Serviço Social.
O curso contabilizará quatro créditos, sendo 30 horas de conteúdo teórico às sextas-feiras, das 9h às 11h, e 30 horas de conteúdo prático – com visitas institucionais e temáticas.
A disciplina faz parte do projeto piloto para implementação da Cátedra Sergio Vieira de Melo (CSVM) na PUC-Rio. A CSVM foi criada pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) a fim de difundir o ensino universitário sobre temas relacionados ao refúgio, e promover a formação acadêmica e a capacitação de professores e estudantes dentro desta temática. O projeto opera em cooperação com centros universitários nacionais e com o Comitê Nacional para Refugiados (CONARE).
Alun@s interessad@s devem se matricular em um dos códigos abaixo, conforme procedimentos e calendário de matrícula da DAR/PUC:
•IRI 1775 – Tópicos especiais em Ris VI
•JUR 1930 – Tópicos especiais em Direito X
•PSI 1858 – Tópicos em Psicologia e Desenvolvimento III
•LET 1879 – Tópicos em Estudos da Literatura III
•SER1230 – Tópicos Especiais de Conteúdo Variável
Quem quiser aproveitar os créditos como eletiva dentro dos seus cursos de graduação, deve escolher o código referente ao seu departamento de origem. Para eletivas de fora, escolher os códigos de outros departamentos.
Professores responsáveis: Carolina Moulin e Roberto Yamato (IRI), Florian Hoffmann, Marcia Nina Bernardes e Bethania Assy (JUR), Ariane Paiva (SER), Monah Winograd e Maria Helena Zamora (PSI), Rosana Kohl Bines, Alexandre Montaury e Eneida Leal Cunha (LET).
Foto usada na arte: Reprodução/UNHCR – The Italian Coastguard / Massimo Sestini
“O Desenvolvimento que Queremos: Bolsa família e os amores e ódios do Brasil” foi o tema da primeira série dos Seminários da Graduação de 2017.1, realizada nos dias 24, 25 e 26 de maio. O evento, coordenado pela professora Isabel Rocha de Siqueira, consistiu em cinco painéis, com diversos convidados, que debateram sobre o desenvolvimento que tem sido formulado nos últimos anos e que se faz importante discutir agora.
Para a professora, é crucial compreender o que impulsiona os nossos modelos para o desenvolvimento, principalmente diante de um cenário de muita polarização política. Ela acredita que as propostas concretas e os projetos de Brasil ficam mais fáceis de se perder uma vez que todo debate político parece uma troca de ataques entre pessoas e partidos. Segundo ela, “nenhum outro programa de proteção social no país e, talvez, em vários outros países, ilustra tão bem essa troca de ataques – os amores e ódios do Brasil”, como o Bolsa Família.
A proposta foi trazer uma discussão diversa, contemporânea, política, polêmica e apaixonada sobre desenvolvimento, com o intuito de discutir ideias. Dessa forma, a jornalista Flávia Oliveira, O Globo e Globo News, deu início aos seminários com o discurso de abertura “De quem o Brasil deve se ocupar”. Na apresentação, ela narrou sua história pessoal para ilustrar os fenômenos socioeconômicos que marcam a desigual sociedade brasileira. Para a jornalista, pensamos o Brasil como um copo meio vazio e o brasileiro, como a grande barreira ao nosso crescimento ou desenvolvimento – é esse, supostamente, o povo que não sabe votar, não estudou, é mal preparado. No entanto, ela gostaria que enxergássemos o Brasil sob o ponto de vista do “copo meio cheio” – um povo que, apesar de ter seus direitos básicos sonegados de acesso à educação pública de qualidade, a indicadores de saúde minimamente razoáveis, a saneamento, que chegou onde chegou e foi capaz de entrar e se manter, desde o século passado, entre as dez maiores economias do mundo.
Após o discurso de abertura, deu-se início aos painéis. Na primeira mesa, intitulada “Desenvolvimento inclusivo: como gerar impactos duradouros?”, e mediada pelo professor Luis Fernandes, o IRI recebeu a pesquisadora Aldaiza Sposati, PUC-SP, e o Secretário da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (Senarc) Tiago Falcão. Eles falaram sobre a origem do bolsa família, sua finalidade e os questionamentos que o cercam.
Confira aqui a entrevista que fizemos com Tiago Falcão.
No segundo dia, tivemos a mesa “A nossa pobreza: como e a quem dar voz?”, que discutiu a importância de alcançar e empoderar grupos sociais tradicionalmente marginalizados e os riscos de trazer, com isso, uma estigmatização. Como participantes, recebemos a professora Maria A. C. Nascimento (UFPA), o diretor do Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (Centro RIO+) Romulo Paes, a professora Lenaura Lobato (UFF) e a cientista política Debora Thomé , tendo a professora Paula Sandrin como mediadora.
Confira aqui a entrevista que fizemos com Romulo Paes.
“De olho na ODS 10: Combate à desigualdade e políticas participativas” – o terceiro painel do evento – discutiu o aprendizado que pode ser tirado dos programas de transferência de renda, como o bolsa família, e fez pensar o combate à pobreza e à desigualdade no contexto da meta 10 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS10). A professora Maria Ozanira, (UFMA), o professor José Márcio Camargo (PUC-Rio), a pesquisadora Mercedes González de la Rocha (CIESAS México) e Rafael Georges (Oxfam Brasil) participaram da mesa que teve mediação do professor João Nogueira.
No último dia de evento, tivemos o painel “O desenvolvimento que mostramos ao mundo: nosso(s) modelo(s) de combate à pobreza”, que discutiu os princípios que podem guiar os modelos de desenvolvimento brasileiros hoje e no futuro. Nessa mesa, participaram o vereador Eduardo Suplicy (SP), o pesquisador Paulo Jannuzzi (IBGE), o ex-diretor do Ipea Sergei Soares e a professora Isabel Rocha de Siqueira, como mediadora.
Confira aqui a entrevista que fizemos com Eduardo Suplicy e aqui a entrevista com Sergei Soares.
Por último, recebemos a vereadora Marielle Franco (RJ) e a pesquisadora Cleonice Dias (CEACC) que trouxeram a voz da experiência de quem conhece a realidade dos benefícios sociais na mesa “Solidariedade e proximidade: o outro e a proteção social no Brasil”, com mediação da professora Marta Fernández.
As professoras Thula Pires e Andréa Gill buscam no artigo – publicado no site Empório do Direito – convidar a sociedade a falar sobre branquitude. Em meio aos discursos amplamente difundidos de polarização da sociedade, sororidades, novas alianças e necessidade de reestruturação da luta política popular, não há caminho para chegar a tudo isso sem que se coloque o privilégio branco sobre a mesa. Se esses já não fossem motivos suficientes, a insuportável investida pública contra corpos, culturas, saberes, cosmovisões e formas de vida negras nos obrigam a subir o tom, marcar as incomensurabilidades e exigir que ao menos as instituições públicas comportem-se como constituídas sobre o Estado Democrático de Direito. É no enfrentamento das incomensurabilidades que uma real disputa pela democracia poderá oferecer caminhos efetivamente democráticos de (re)construção dos pactos políticos entre nós, que tomem como inegociável a afirmação de nossa igual humanidade.
Foi firmado um acordo entre a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e o The Graduate Institute Geneva que permite a seus estudantes obter o diploma das duas instituições no período de três anos ao invés de quatro. Essa parceria é voltada para os alunos do Mestrado Profissional em Análise e Gestão de Políticas Internacionais: Resolução de Conflitos e Cooperação para o Desenvolvimento (MAPI) do Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio (IRI/PUC-Rio).
No acordo, fica estabelecido que até quatro alunos por ano poderão passar o primeiro semestre na PUC-Rio, como estudantes do MAPI, antes de irem para Genebra, onde passarão os próximos dois anos como alunos de um dos dois programas interdisciplinares do Graduate Institute: o Master in Development Studies ou o Master in International Affairs. Os alunos participantes serão coordenados por um professor do Graduate Institute e outro do IRI.
O programa é ideal para estudantes do MAPI que pretendem buscar carreiras em International Affairs/Development Studies, particularmente em agências governamentais, corporações públicas, instituições econômicas e de desenvolvimento, e organizações de consultoria relacionadas.
Para saber mais sobre os critérios de participação, inscrições e admissões, acesse o site do MAPI.
Na o dia 26 de maio, realizamos o evento “O Cenário Político Atual e as Ameaças aos Direitos Conquistados”, com a participação do Deputado Federal Alessandro Molon e a mediação da professora Isabel Rocha de Siqueira. O convite para a conversa se deu diante o cenário político brasileiro atual e tendo em vista os Seminários da Graduação, concluídos no mesmo dia. Os seminários trataram sobre o presente e o futuro do desenvolvimento do país a partir dos posicionamentos a respeito do programa Bolsa Família e discutiram os riscos tanto das continuidades, como das descontinuidades dos projetos sociais e direitos conquistados.
O convite ao deputado federal Alessandro Molon, portanto, teve o intuito de localizar os debates dos seminários no cenário político atual, ouvindo em primeira mão sobre a experiência de alguém que esteve no centro dos últimos acontecimentos. Para o deputado federal, o Brasil vive o pior cenário político que já existiu. Sobre as reformas em trânsito no Congresso, ele diz que nenhuma foi ratificada pelo voto popular e que esse é o problema central, uma vez que, em sua opinião, em uma democracia o povo escolhe o que vai ser feito. Ele é a favor de reformas, já que o ambiente e sociedade estão sempre em transformação, mas a seu ver elas não podem ser pensadas de um dia para o outro e devem ser legitimadas pela população. Diante dos últimos acontecimentos, para Molon, só existe uma saída para a cidadania brasileira: eleições diretas para Presidente da República.
No último dia 23, foi realizada a mesa-debate “Racismo, Branquitude e Universidade”, uma parceria entre o Coletivo Nuvem Negra (CNN) e o Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio (IRI/PUC-Rio), que recebeu Natany Luiz, membro do CNN e aluna do IRI/PUC-Rio, Lourenço Cardoso, professor adjunto na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (Unilab), e Fransérgio Goulart, Historiador e membro do Fórum Social de Manguinhos (FSM).
O historiador Fransérgio Goulart deu início à mesa com a pergunta “vocês já ouviram falar na palavra branquitude?”. Branquitude é o lugar privilegiado de onde o branco vê o outro, é como os brancos constroem uma imagem que não é a sua, e “o fim do racismo é impossível sem o fim da branquitude” – frase de um texto de Ronilso Pacheco, aluno de Teologia da PUC-Rio e membro do CNN. Fransérgio também questionou sobre o que chamou de “fetiche” em pesquisar as favelas, em comparação com a quase ausência de estudos sobre a elite e os brancos. Para ele, é necessário enfrentar a questão, que passa por ir além do simples reconhecimento do privilégio, em direção a práticas que contribuam, inclusive materialmente, para o fim da branquitude.
Natany Luiz prosseguiu o debate ao falar sobre como o racismo se expressa a partir da Universidade e as suas diversas facetas. Ela destacou a ausência de intelectuais negros nos programas dos cursos universitários e como essa estrutura acadêmica é criada por pessoas brancas e para pessoas brancas. Diante esse cenário, surgiu o Coletivo Nuvem Negra, que é uma potência autônoma de estudantes negras e negros da PUC-Rio que reconhecem a necessidade de uma articulação comum, compartilham a resistência, o afeto e o fortalecimento negro dentro e fora da universidade e que buscam amplificar temas e discussões pertinentes ao povo negro através de discussões, intervenções, ações culturais e debates públicos dentro e fora da universidade.
O professor Lourenço Cardoso explicou a relação entre racismo, branquitude e universidade. Segundo ele, a universidade é um lugar onde os brancos se sentem bem, e ao invés disso, deveria ser um pluriuniverso, um lugar onde todos vivam bem. O racismo é constatado na universidade através da desigualdade social e da desigualdade racial, que é sempre vista como uma desvantagem para o negro e nunca uma vantagem para o branco. Assim, o branco sempre aparece, mas escondido. Estudamos a história do Brasil que é, na verdade, a história do branco.
Com mediação de Bruna Silva, do IRI/PUC-Rio, o evento lotou a sala K117 e teve a presença dos alunos do projeto “Juventude e Oportunidade”, sediado no Centro de Educação e Formação Profissional do Caju, que oferece cursos técnicos a jovens, e escolaridade básica para adultos que não conseguiram concluir os estudos. A discussão fomentada pelas intervenções e pelo debate posterior contribuiu muito para uma reflexão acerca de como a universidade precisa ser repensada e das potencialidades para se continuar a fazer dela um espaço de resistência diante das múltiplas formas de desigualdade, em especial do racismo.
Para assistir o vídeo do evento na íntegra, clique aqui. Se preferir o áudio, aqui.
Dia 3, O IRI/PUC-Rio recebeu os professores Lia Valls Pereira, Thauan Santos e Marcelo José Braga Nonnemberg para falar sobre “A relevância das barreiras tarifárias e não-tarifárias no comércio MERCOSUL-UE e o caso do comércio de carnes nacionais”.
A professora Lia Valls Pereira deu início ao debate ao falar sobre a “antiga” e a “nova” regulamentação no comércio internacional e o que a motivou, a economia política dos dois regimes, as respostas bilaterais da OMC e os acordos comerciais do Brasil. O professor Thauan Santos relembrou o começo da relação entre Mercosul e União Europeia, falou sobre o acordo que há entre eles, as negociações atuais, os obstáculos, além de analisar quantitativamente a relação comercial que há entre ambos. Já o professor Marcelo Nonnemberg focou nas exportações brasileiras de carnes. Ele explicou as “Medidas sanitárias e fitossanitárias” (SPS) no geral e seu papel nos acordos regionais, abordou os impactos de tais medidas no âmbito global e no que diz respeito ao comércio brasileiro de carnes.
Para assistir o vídeo da palestra na íntegra, clique aqui. Se preferir apenas o áudio, aqui. Aqui, você confere o material usado nas apresentações dos professores.
No dia 11, o IRI/PUC-Rio realizou a palestra “O regime do comércio internacional em transformação: tensões da transição”, com o Embaixador Carlos Márcio Cozendey,
Subsecretário-geral de Assuntos Econômicos e Financeiros do Ministério das Relações Exteriores, e mediação do professor Paulo Wrobel.
O evento teve como base a configuração do sistema multilateral comércios e os impasses que tem enfrentado. O embaixador abordou o panorama do Brasil no Acordo Geral de Tarifas e Comércio (GATT) e os acordos de comércio que foram estipulados nas rodadas da Organização Mundial de Comércio (OMC), falou sobre a posição do Brasil frente às mudanças políticas comerciais internacionais e como se deu a relação do país com os outros países, além de levantar a questão sobre como os países ocidentais tratam a China que, apesar de ser um país em desenvolvimento, é o maior exportador e o maior importador do mundo.
Para ouvir o áudio da palestra, na íntegra, clique aqui.
No dia 27 de abril, tivemos o primeiro Debate de Conjuntura do semestre, com os professores Fabiano Mielniczuk, ESPM-Sul e Audiplo, João Nogueira, IRI/PUC-Rio, e Márcio Scalercio, IRI/PUC-Rio, e mediação do professor Paulo Wrobel, IRI/PUC-Rio. Os participantes debateram sobre “As Relações Rússia-Estados Unidos na era Trump” diante do Auditório do RDC lotado de alunos e de professores.
A palestra se deu frente a um cenário onde a relação entre os países tem sido destaque nos noticiários internacionais por diversos motivos. Muito tem se falado sobre a influência russa nas eleições norte-americanas, sobre o ataque americano contra a Síria, e sobre o aumento da tensão entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte, aliada à Rússia. Segundo o professor Wrobel, tema mais atual não poderia ser, já que Donald Trump completou, no último dia 29, os seus primeiros cem dias como presidente americano.
O professor Fabiano Mielniczuk, analista de Rússia, deu início ao debate ao elaborar um panorama da relação entre os países nos últimos anos, o processo de desestabilização e quais os possíveis desdobramentos do atual desalinhamento político entre ambos, além do contexto eleitoral nas últimas eleições presidenciais americanas. Segundo ele, Hilary Clinton, ex-secretária do governo Obama e concorrente de Trump no ano passado, exerce papel fundamental para a compreensão da relação entre os países.
Já Márcio Scalercio deu continuidade à discussão ao basear sua apresentação em uma preocupação com o aumento de tensões na Europa, principalmente referente às questões militares, que têm se agravado desde a crise na Ucrânia. Além disso, ele destacou o papel da Otan nesse contextoambiente e concluiu ao dizer que imagina como uma ideia para diminuir a tensão entre os países, a possibilidade das relações do governo de Putin e Trump serem melhores do que as relações entre o governo de Putin e Obama.
Para João, a relação entre os países é ruim desde a administração de Clinton, e todos os governos falharam em tentar recupera-la. Ele diz que o que acontece hoje está muito mais ligado ao que se passa dentro dos Estados Unidos – e, por isso, é importante entender a crise do partido republicano. Para o professor, o mais interessante é tentar entender as relações entre os países no contexto da crise do projeto de ordenamento do mundo do pós-Guerra Fria. Segundo ele, não há nada de muito importante nas relações entre os países que não tenha acontecido desde o fim da Guerra Fria, mas há algo de novo que se segue no principal garantidor da ordem internacional, que é os Estados Unidos e, nesse sentido, mudanças podem acontecer.
Confira aqui o vídeo do debate na íntegra, e aqui, o áudio.
A LASA é uma associação composta de indivíduos e instituições dedicadas ao estudo da América Latina que se reúnem todos os anos em uma conferência para discutir temas especializados sobre a região. A missão dela é promover o debate intelectual, a pesquisa e o ensino sobre os países latino-americanos e o Caribe e seus povos em todas as Américas, promover os interesses dos sócios e incentivar a participação cívica por meio do aumento de uma rede de relacionamentos e debate público.
A conferência deste ano teve como tema “Diálogo de Saberes” e contou com dois painéis. No primeiro, intitulado “Regional Practices and Challenges in Conflict Resolution in Latin America”, Claudia Fuentes apresentou o trabalho “Brazil in Conflict Resolution: Principles, Policies and Practices”, e Mônica Herz, coordenadora do GSUM, atuou como debatedora. Já a segunda mesa, chamada “Concepts, theories and practices in international peace mediation and peacebuilding”, foi organizada pela professora MairaSiman Gomes, coordenadora adjunta do GSUM.
O GSUM é uma plataforma de aprendizado, pesquisa e treinamento, cujo objetivo é promover a difusão de conhecimentos e competências em mediação internacional entre acadêmicos, diplomatas, funcionários governamentais e atores não-governamentais do Sul Global. O projeto é resultado de uma parceria entre o IRI/PUC-Rio, o BRICS Policy Center e a Embaixada Real da Noruega no Brasil.
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