Eleições no Equador, o movimento indígena e as políticas de esquerda

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13 Abr

Embora as eleições presidenciais do Equador tenham sido decididas em torno da polarização entre dois grupos políticos tradicionais – o caudilhismo correísta e o projeto empresarial neoliberal –, é evidente que estes não representam as agendas políticas dos movimentos sociais equatorianos. Nesse contexto, o movimento indígena, contando com o apoio de grupos ambientalistas, jovens e feministas, se coloca desde já como ator fundamental no futuro cenário político do país. Qual será o lugar desta força política alternativa no novo governo nacional? Que transformações sua atuação representará para a democracia equatoriana? Quais suas potenciais lições e efeitos sobre as eleições no Brasil?

O evento contará com participação de Pablo Ospina, Florian Hoffmann, e mediação da professora Maria Elena Rodriguez.

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