Lançamento do livro “Organizações Internacionais – Histórias e Práticas”

O Instituto de Relações Internacionais convida para o lançamento do livro “Organizações Internacionais – Histórias e Práticas“, de autoria das professoras Monica Herz, Andrea Ribeiro Hoffman e Jana Tabak.

O evento acontecerá na Livraria da Travessa do Shopping Leblon, no dia 11 de setembro de 2015, sexta-feira, às 19h.

Simulado de Segurança no Atlântico Sul

No período de 09 a 11 de setembro, entre 8h30 e 16h30, será realizado, nesta Escola, o 1º Jogo Simulado de Segurança no Atlântico Sul, promovido pela Escola de Guerra Naval (Programa de Pós-graduação em Estudos Marítimos – PPGEM-EGN), pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Instituto de Relações Internacionais – IRIPUC) e pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Instituto de Pós-graduação em Estudos Estratégicos Internacionais – PPGEEI-UFRGS).

O Jogo tem o propósito de promover um fórum de diálogo acadêmico, intercâmbio de ideias e conhecimentos que contribuam para fortalecer as bases de um pensamento político/estratégico, civil e militar, por meio da análise de situações que possam redundar em crises internacionais envolvendo o Brasil ou outros países (fictícios) e a segurança do Atlântico Sul.

Essa atividade será realizada no âmbito do Projeto Pró-Defesa III, segundo a programação abaixo apresentada. O evento estará aberto à participação de oficiais de Marinha, estudantes universitários e aspirantes da Escola Naval.

As inscrições deverão ser efetuadas por intermédio do e-mail: lucileia@egn.mar.mil.br.

Traje: esporte para civis e uniforme 5.5 para militares.

Dia 09 de setembro:

13h – 16h30: Apresentação do jogo e entrega dos movimentos (desafios) às células de jogadores.

Dia 10 de setembro:

8h30 – 11h30: Apresentação das células e debates.

11h40 – 12h50: Almoço.

13h – 16h30: Entrega dos movimentos (desafios) às células de jogadores.

Dia 11 de setembro:

8h30 – 11h30: Apresentação das células, debates e encerramento.

Governança Global, Políticas Nucleares e a Inserção do Brasil

Seminário Internacional: Governança Global, Políticas Nucleares e a Inserção do Brasil.

O seminário internacional “Governança Global, Políticas Nucleares e a Inserção do Brasil” é parte de um projeto sobre a política nuclear brasileira coordenado pela Prof. Monica Herz dedicado a quatro pontos principais: (1) a formulação e implementação da atual política nuclear no país, (2) o abrangente debate social sobre questões nucleares no Brasil (levando em consideração atores governamentais e não governamentais), (3) a evolução histórica e diferentes inflexões da política nuclear brasileira e (4) posições de política externa quanto à governança nuclear. 

O seminário é parte de uma série de eventos que vêm acontecendo nos últimos três anos e que visa discutir a política nuclear brasileira num amplo contexto de governança global, especialmente no campo de segurança. Reunir diplomatas, acadêmicos e outros especialistas é uma forma de expor as múltiplas perspectivas sobre o tópico, contribuindo para potenciais diálogos com outros campos de pesquisa. Com o objetivo de entender a inserção internacional do país na questão em foco, o evento irá discutir também como o Brasil se posiciona face aos outros países BRICS sobre governança nuclear.

Programação

03 DE SETEMBRO

09:15 – 09:30: Recepção

09:30 – 12:30: Mesa redonda 1 – Perspectivas Teóricas sobre Governança Global

José Maurício Domingues (IESP/Universidade Estadual do Rio de Janeiro)

Luis Manuel Fernandes (IRI/PUC-Rio)

José María Gómez (IRI/PUC-Rio)

Alexandre Morelli (CPDOC/FGV)

12:00 – 13:00: Almoço

13:30 – 15:00: Mesa Redonda 2 – A Inserção do Brasil no Sistema Internacional

Marcelo Valença (Universidade Estadual do Rio de Janeiro)

Guilherme Casarões (Fundação Getúlio Vargas)

Ruy Silva (Marinha do Brasil)

Sean Burges (Australian National University)

Antônio Jorge Ramalho (Universidade de Brasília)

15:00 – 15:15: Coffee Break

15:15 – 17:00 Mesa Redonda 3 – Brasil e Governança no Campo de Segurança Internacional

Carlos Chagas (Escola de Guerra Naval)

Thiago Rodrigues (Universidade Federal Fluminense)

Luiz Feldman (Ministério das Relações Exteriores – Brasil)

Laura Lima (UNOPS – Cities Alliance)

Brigadeiro-do-Ar Jair Gomes da Costa Santos (Ministério da Defesa)

04 DE SETEMBRO

13:00 – 15:00: Mesa Redonda 4 – BRICS e Política Nuclear

Monica Herz (IRI/PUC-Rio)

Jo-Ansie van Wyk (University of South Africa)

Tong Zhao (Carnegie Endowment for International Peace)

Nikolai Sokov (Vienna Center for Disarmament and Non-Proliferation)

Zorawar Daulet Singh (King’s College London)

15:00 – 15:15: Coffee Break

15:15 – 17:00: A Política Nuclear Brasileira

Julián Gadano (Universidad de San Andrés)

Monica Herz (IRI/PUC-Rio)

Rex Nazaré (FINEP)

Matias Spektor (CPDOC/FGV)

Togzhan Kassenova (Carnegie Endowment for International Peace)

Worlding Brazil: intelectuais, identidade e segurança

O Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio convida para o colóquio “Worlding Brazil: intelectuais, identidade e segurança”, com a pesquisadora Laura Lima. O colóquio ocorrerá no dia 2 de setembro, às 14 horas, no Auditório do IRI (Rua Marquês de São Vicente, 232, loja A, Gávea).

A pesquisadora apresentará seu ultimo livro Worlding Brazil: Intellectuals, Identity and Security (Routledge, 2014) no qual faz uma reflexão acerca do pensamento brasileiro em segurança entre 1930 e 2010. Visando explorar a relação entre intelectuais e a produção de conhecimento no Brasil, a autora faz uso em seu trabalho dos conceitos de modernização conservadora (Gramsci) e da Teoria Emocional da Ação (Jessé Souza). O argumento resultante dessa discussão teórica é o de que a produção do conhecimento no Brasil está ligada não somente a um conjunto específico de ideias acerca da identidade brasileira e da realização do Brasil como potência global como também é tributária do lugar social e político dos intelectuais brasileiros. 

Laura Lima trabalha na Aliança de Cidades (Escritório das Nações Unidas para Serviços de Projetos) em Bruxelas onde gere programas ligados ao desenvolvimento urbano. Possui graduação em História (UFRN), pós-graduações em História das Relações Internacionais (UERJ) e Gerência de Direitos Humanos (UCAM), mestrado em Relações Internacionais (UFF) e doutorado em Relações Internacionais e Segurança Internacional (Aberyswtyth University). Seu pós-doutorado (Social Science Resarch Council e London School of Economics) foi centrado na investigação de programas de prevenção de violência em favelas do Quênia, África do Sul e Brasil.

Sessão de Encerramento IPS Winter School – “IPS: the next 10 years”

Data: 10 de julho de 2015

Hora: 17:00 – 18:30

Auditório B8, Edifício Frings, 8º andar

Nesta sessão, os professores Kyle Grayson, Jef Huysmans, João P. Nogueira, Marta Fernández, Roberto Yamato, Mike Shapiro e Isabel Rocha de Siqueira se reunirão para discutir o futuro do movimento da Sociologia Política Internacional. O que aprendemos até agora? Para onde vamos daqui?

O evento será em inglês e não haverá tradução simultânea.

Sobre a IPS Winter School 2015:

Exibição do filme “Shapiro”

O Instituto de Relações Internacionais convida para a exibição do filme “Shapiro“, a ser realizada no dia 09 de julho de 2015, às 17h, no auditório do IRI. O evento contará com a presença do Prof. Mike Shapiro

Confira o teaser do filme:

Homem, norte-americano, 75 anos, branco, doutor em ciências políticas, professor e morador de Honolulu, Havaí. Shapiro nos propõe a indisciplinaridade do pensar. Música, arquitetura, literatura e filmes vem, assim, nos provocar reflexões sobre os modos de vida, a política que se vive no âmbito familiar, a cumplicidade e a resistência às estruturas de poder, a performatividade e as máscaras que se tornam estratégias para a sobrevivência.

Mesa-Redonda – “Acting Politics: Democracy, Inequality and Contestation”

Data: 07 de julho de 2015

Hora: 19:00 – 21:00

Auditório B8, Edifício Frings, 8º andar

Nesta mesa-redonda, os professores Kyle Grayson, Jef Huysmans, Vivienne Jabri, João P. Nogueira e Mike Shapiro irão discutir o que significa ser politicamente engajado no contexto atual de crescente desigualdade global e frustração com o modelo de cidadania nacional como o único modo de ação política.

O evento será em inglês e não haverá tradução simultânea.

Sobre a IPS Winter School 2015:

Mesa-Redonda – “After Snowden: Security, Surveillance and Rights”

As revelações de Edward J. Snowden acerca do programa secreto PRISM, da National Security Agency (NSA), confirmaram as práticas de vigilância em larga escala das atividades de governos, empresas e cidadãos, inclusive de alguns dos aliados mais próximos dos Estados Unidos na Europa e na América Latina. Nesta mesa-redonda, os professores Didier Bigo, Elspeth Guild, Mônica Herz e R. B. J. Walker irão debater os impactos destas práticas nas áreas de segurança nacional, diplomacia, direitos humanos, democracia, subjetividade e obediência.

O evento será em inglês e não haverá tradução simultânea.

Data: 30 de junho de 2015

Hora: 19:00 – 21:00

Auditório do RDC

Sobre a IPS Winter School 2015:

O Vaticano e a Mediação Internacional

Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni D’Aniello, esteve na Universidade para ministrar palestra sobre a mediação do Vaticano em conflitos internacionais

As resoluções de conflitos internacionais e a participação da Santa Sé na mediação de crises foram alguns dos temas abordados no Seminário O Vaticano e a Mediação Internacional. O encontro, promovido pelo Instituto de Relações Internacionais (IRI), na tarde do dia 9 de junho, teve a presença do Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni D’Aniello, ex-aluno da Universidade, das professoras Mônica Herz e Cláudia Fuentes Julio, e da aluna de mestrado Isa Mendes.

Como representante diplomático do Estado do Vaticano, Dom Giovanni D’Aniello ressaltou que, em momentos de crises políticas e religiosas, como a Primeira e Segunda Guerras mundiais, a Guerra do Golfo e as tensões entre Argentina e Chile, Estados Unidos e Cuba, a Santa Sé esteve presente na mediação dos conflitos. Dom Giovanni ressaltou o envolvimento dos papas na construção da paz, por meio da mediação entre os envolvidos, na história da humanidade.

­– A Santa Sé sempre esteve a serviço de um mundo melhor. Durante a segunda guerra, o Papa Pio XII defendeu, na missa de Natal, o direito dos povos. Na guerra do Golfo, a Santa Sé expressou sua condenação até o último segundo. O Papa Bento XVI dizia que a Igreja Católica deveria contribuir com a sua própria parcela para construir uma ligação das relações internacionais nas quais cada povo se sinta protagonista. Além disso, a Igreja age de uma forma ética e moral na mediação e na construção da paz para que o mundo seja um lugar mais fraterno e acolhedor. Atualmente a Santa Sé tem relações diplomáticas com 179 países.

Além de representar a Igreja diplomaticamente, Dom Giovanni exerce a função de ligar a Igreja Católica do Brasil à Santa Sé. A Santa Sé é de natureza religiosa e o Estado da Cidade do Vaticano tem natureza política. Os dois têm personalidades jurídicas distintas.

A professora Claudia Fuentes Julio apresentou uma análise do conflito de Beagle e o processo de paz entre Argentina e Chile. Os dois países disputavam a soberania sobre as ilhas: Picton, Nueva e Lennox. O Vaticano teve dois elementos principais de intervenção para o acordo de paz e para evitar um conflito armando. Segundo a professora, o Cardeal Samoré teve papel fundamental para o tratado de paz e amizade.

– O Papa João Paulo II foi eleito em outubro de 1978, logo em seguida, o Cardeal Samoré começa a missão de mediação entre os países. Ele vai à Argentina para ouvir os pontos de vista e à Santiago, no Chile, para ouvir a outra parte. Samoré aconselha os representantes e diz que os países devem ter “uma garrafa de sabedoria, um barril de prudência e um oceano de paciência”.

A negociação entre Cuba e os Estados Unidos foi o tema abordado pela estudante e pesquisadora Isa Mendes. O reatamento de laços diplomáticos aconteceu em 2014, no entanto, segundo Isa, há uma relação paradoxal entre os dois países.

– Enquanto os Estados Unidos são uma potência econômica e militar, Cuba é uma pequena ilha no Mar do Caribe. No entanto, são inevitáveis um ao outro. Percebendo isso, os líderes se reuniram secretamente, durante meses, e com a intervenção do Papa Francisco ocorreu a negociação.

Fonte: Jornal da PUC/COMUNICAR PUC-Rio

Seminário 2015.1: O papel do gênero na sociedade global: teoria e prática

O evento busca reunir uma multiplicidade de diferentes perspectivas sobre o entrelaçamento entre questões de gênero, a sociedade e a política contemporâneas, tanto em âmbito nacional quanto internacional. O objetivo, com isso, é seguir rumo a um maior entendimento sobre as diferentes dinâmicas que perpassam as vivências humanas nas bases de toda a política que é feita — mais especificamente o lugar ocupado pelo corpo humano e pelos papeis sociais a este associados.

É fundamental aproximar gênero das discussões de Relações Internacionais para que se possa trazer perspectivas críticas sobre relações sociopolíticas e ampliar o entendimento sobre estas, tendo em vista questões que estão tomando cada vez mais proeminência nas áreas sociais e acadêmicas e agregando cada vez mais ao debate. Enquanto um campo de conhecimento multidisciplinar e multifacetado, os Estudos de Gênero abrangem categorias de análise que se sobrepõem e se cruzam, formando um verdadeiro caldeirão de perspectivas e é necessário disponibilizar aos alunos e ao público em geral o que há de mais recente no debate. Tão importante quanto isso é formar cidadãos com consciência sobre temas que envolvem o bem-estar social de segmentos que vêm há muito sendo ignorados. 

Como inúmeros estudos vêm mostrando desde o século XX, questões de gênero fazem parte da fundação de todas as relações humanas, uma vez que gênero é a primeira coisa a se perceber sobre alguém e vem há muito sendo fator determinante de lugares sociais a serem 
ocupados por esses ou aqueles indivíduos, bem como aquilo que é importante ou desimportante, o que interessa ou não interessa para a política. Gênero molda pautas políticas e acadêmicas, dita comportamentos aceitáveis e inaceitáveis, e determina quem tem acesso ao poder. Desmascarar essas questões, que normalmente são pressupostas e tidas como inquestionáveis, é um primeiro passo para a compreensão de dinâmicas de dominação entre diferentes classes e segmentos.

Este evento terá cinco objetivos específicos: 1. trazer perspectivas que formam os fundamentos dos estudos de gênero, e em particular as contribuições para a disciplina de Relações Internacionais; 2. endereçar as principais possibilidades de se pensar gênero em contextos internacionais, especialmente aqueles que fogem do âmbito Ocidental; 3. aproximar os alunos das pautas de diversos movimentos sociais no Brasil e na América Latina, assim como introduzir pontos chave acerca das políticas públicas de gênero no Brasil; 4. apresentar perspectivas críticas que desconstroem o papel dos homens e das crianças em situações de conflito, assuntos que ainda pouco são explorados em suas complexidades e contradições; e 5. introduzir estudos de contestação da heteronormatividade, ou seja, a pressuposição compulsória sobre identidade de gênero e orientação sexual e como isso afeta a política brasileira e internacional.

Programação

1º dia: Teoria e prática nas relações internacionais

9:00-9:30: Boas vindas e entrega do prêmio Gerson Moura

9:30-11:00 – Painel 1: Experiências Masculinas e de Crianças em Situação de Conflito (em parceria com a Global South Unit for Mediation – GSUM)
O painel tem como objetivo discutir experiências masculinas e de crianças em situações de guerra. No caso das experiências masculinas, o painel busca explorar a participação de homens não como soldados, mas como vítimas de violência contra o gênero (aniquilação, violência sexual, recrutamento forçado) e, principalmente, analisar como há um silenciamento dessas experiências. Ao mesmo tempo, busca-se discutir a experiência de crianças em conflitos armados, desde o envolvimento direto como combatente, até o desempenho de outras atividades também ligadas aos grupos armados oficiais ou não (cozinheiro, por exemplo), e sobretudo, como vítima de diversas formas de violência. O painel se mostra necessário uma vez que traz assuntos ainda pouco discutidos no âmbito da disciplina de Relações Internacionais, apesar destes constituírem uma realidade no cenário internacional que impacta a vida de milhares de pessoas que vivem em situações de conflito armado. 
Mediadora: Monica Herz (IRI/PUC –Rio e GSUM)
Jana Tabak (IRI/PUC-Rio) – Against the Norm: Child-Soldiers as an International Emergency
David Rosen (Fairleigh Dickinson University) – Patriots and Victims: Gender and the Iconography of Child Soldiers
Paula Drumond (Graduate Institute of International and Development Studies) – Embodied Battlefields: Uncovering Sexual Violence against Men in War Theaters
Adam Jones (UBC Okanagan) – Worlding Men: A Conceptual and Humanitarian Perspective on Men and Boys of the Global South

11:30-13:30: Painel 2: Gênero em perspectiva: experiências de gênero no cenário internacional 
Esse painel reunirá pesquisadoras e ativistas que lidam com diferentes questões de gênero, seja em suas pesquisas ou através da participação em movimentos sociais. Pretende-se discutir de que forma a questão de gênero afeta uma gama de conflitos internacionais e como podem ser articuladas diferentes interpretações a cerca da experiência de gênero. 
Mediadora: Paula Sandrin (IRI/PUC-Rio)
Marcia Nina Bernardes (Direito/PUC-Rio) – Aspectos transnacionais da luta contra a violência doméstica contra a mulher
Renata Giannini (IRI/ PUC-Rio e Instituto Igarapé) – Proteção e empoderamento: uma abordagem integral para eliminar a violência baseada em gênero em conflitos
Diana Aguiar (Transnational Institute) – Movimentos feministas transnacionais: estratégias diversas e dilemas sobre o lugar da política
Grazielle Costa (UFF) – O outro lado da história: contribuições e limites dos pioneiros estudos de gênero nas relações internacionais
Sonia Beatriz dos Santos (UERJ e Criola) – Movimentos Transnacionais de Mulheres Negras: Uma Perspectiva de Gênero e Raça

2º dia: Teoria e prática no Brasil e América Latina

9:00 – 11:00 – Painel 3: O Gênero no âmbito das Políticas Públicas Brasileiras
Este painel se dispõe a trazer uma perspectiva nacional dentro do debate de Gênero das Relações Internacionais, visando trabalhar o espaço no qual estamos inseridos, trazendo uma visão prática do tema. Trabalhar e repensar as políticas públicas brasileiras sobre as questões de gênero é essencial para compreender e destrinchar a política externa sobre o tema.
Mediadora: Ana Delgado (IRI/PUC-RIO)
Clara Maria de Oliveira Araújo (UERJ) – Perspectiva de gênero nas políticas públicas brasileiras: o feminismo e as tensões sobre maternalismo, empoderamento e autonomia
Sarah Reis (UnB) – Políticas de Igualdade de Gênero: uma análise a partir dos estudos de Nancy Fraser
Ana Claudia Pereira (UERJ) – a confirmar

11:30-13:30 – Painel 4: Movimentos Sociais Feministas na América Latina: pautas e lutas
Essa mesa se destina a traçar um panorama das principais pautas e lutas dos movimentos sociais feministas da América Latina, mapeando as conquistas, as dificuldades e os desafios para concretizar avanços no que diz respeito a direitos das mulheres, democratização de espaços públicos e a eliminação de desigualdades e opressões cotidianas. 
Mediadora: Claudia Fuentes (IRI/PUC-Rio)
Miriam Nobre (Secretariado Internacional – Marcha Mundial das Mulheres) – Aportes do feminismo latino americano na construção de um movimento internacional: agenda e processos organizativos da Marcha Mundial das Mulheres
Clarisse Goulart Paradis (UFMG) – Despatriarcalização do Estado, da sociedade, dos corpos: um debate sobre a luta política feminista na América Latina
Irene Léon (FEDAEPS Equador) – Utopías, paradojas y construcción procesual de Estados sin patriarcado en América Latina y el Caribe
Patricia Rangel (USP) – Ativismo feminista, feminismo estatal e direitos políticos das mulheres: Argentina, Brasil e Chile
Francisca Rodriguez (Associação Nacional de Mulheres Rurais e Indígenas do Chile – ANAMURI) – Las mujeres del Campo construyendo feminismo Campesino y Popular

3º dia: Para além dos feminismos

09:00 – 11:00 – Painel 5: Contestações da heteronormatividade
Este painel tem como objetivo apontar os locais onde são perpetuadas pressuposições compulsórias de papeis de gênero e sexualidade e as consequências de tais pressuposições nos contextos sociais e políticos, em âmbito nacional e internacional.
Mediadora: Marta Fernandez (IRI/PUC-Rio)
Carla Rodrigues (UFRJ) – Homofobia e diferença sexual: para além do medo
Jaqueline Gomes de Jesus (FGV- RJ e UNIPLAN – DF) – Desgenerificação no Racismo e no Sexismo
Leonardo Peçanha (Instituto Brasileiro de Transmasculinidades – IBRAT) – Sexualidade pra quem? Casais trans heterossexuais e a heteronorma

11:30 – 13:30 – Palestra: Spike Peterson (University of Arizona) – How (the Meaning of) Gender Matters: Personally, Politically, Internationally