O Brasil não cabe no quintal de ninguém: o futuro da política internacional brasileira

É com grande satisfação que o IRI/PUC-Rio convida a todas e todos para sua aula inaugural do primeiro semestre de 2022, a ser ministrada pelo economista Paulo Nogueira Batista Jr., que examinará os desafios da inserção internacional do Brasil em um mundo em profunda e acelerada transformação. Nosso convidado foi diretor-executivo pelo Brasil e outros países no FMI (2007-2015) e vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento do BRICS (2015-2017). Entre os livros de que é autor, destaca-se a segunda edição (2021), revista e ampliada, de “O Brasil não cabe no quintal de ninguém” (Ed. LeYa), em que discute as ambivalências e armadilhas do nacionalismo em contextos atravessados pela política econômica e política externa do Brasil, das administrações de Luís Inácio Lula da Silva ao governo de Jair Bolsonaro.

O evento será realizado presencialmente no Auditório do RDC, campus Gávea da PUC-Rio, em 12 de abril de 2022, às 11h.

Guerra e Pandemia: a inauguração do século XXI?

O jornalista e escritor Jamil Chade, em seu sétimo livro, se lança em uma tarefa ambiciosa: pensar a reinvenção do futuro. Afinal, os dois anos de pandemia e seus impactos sociais revelaram que o caminho que percorríamos era insustentável, injusto e simplesmente destrutivo. Em “Luto” (Editora Contracorrente), o autor faz uma coletânea de suas colunas e apresenta os anos de 2020 e 2021 como o ato fundador do século 21. Neste evento, Chade irá conversar conosco sobre o advento da pandemia e da guerra que agora, nos faz encarar novamente o medo de proporções humanitárias.

Convidamos todos a partirciparem do primeiro evento presencial do IRI nos últimos dois anos, desde o ínicio da pandemia. Iremos nos encontrar no Auditório Pe. Achieta, no campus da PUC-Rio, no próximo dia 31 de março, às 13 horas. Os lugares são limitados.

A Representação das Mulheres Colombianas na Implementação do Acordo de Paz com as FARC

Os movimentos de mulheres colombianas, caracterizados por sua diversidade, alcance, organização e capacidade de articulação, trabalham há décadas por seus direitos e em favor da paz. Devido à sua articulação em diferentes esferas sociais e políticas, suas agendas compartilhadas conseguiram influenciar os Diálogos de Havana (2012-16) e se destacar no texto do Acordo Final, que incluiu uma abordagem transversal de gênero. O acordo garante a representação das mulheres em seus mecanismos de implementação política, abrindo portas importantes para um debate mais profundo sobre o papel político e democrático das mulheres no pós-conflito.

Este Seminário buscará analisar a continuidade dessa ação dos movimentos de mulheres para compreender as transformações sofridas, bem como as inovações introduzidas, pela representação política exercida em contextos de construção da paz. Assim, propomos trazer tal representação para o centro do debate para analisar o papel atribuído, desempenhado, conquistado, reivindicado ou negado às mulheres no contexto da implementação do Acordo Final.

Informações.

Quando: 22 de Março de 2022 – 10 às 17h (Horário de Brasília)

Tradução simultânea nos idiomas Português e Espanhol.

Workshop PET/TEPP 2021.2 | Cidadãos do Mundo: participação popular no glocal

Nos dias 9 e 10 de dezembro será realizado o Workshop PET/TEPP 2021.2 com o tema “Cidadãos do Mundo: Participação Popular no Glocal”.

O evento contará com a apresentação das pesquisas dos alunos realizadas no Núcleo de Pesquisa de Refúgio & Desenvolvimento (NPD&R) do IRI/PET-TEPP, com objetivo de dialogar com os painéis presentes sobre “Investigando o Glocal: As Agendas de Desenvolvimento da ONU no contexto doméstico”, “O Ciberespaço como Ambiente de Participação Popular: Promessas e Limitações” e “As Relações Internacionais na Elaboração de Políticas Públicas”.

Além disso, o evento irá contar com um debate entre os alunos pesquisadores sobre o tema “A Importância da Participação e da Consulta Popular para Políticas de Meio Ambiente”.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA:
DIA 1 | 09/12

9h00 – 9h30 | ABERTURA

Aline Nalon (Politize)

Mediadora: Maria Clara Mendes 

9h30 – 11h30 | PAINEL 1 – INVESTIGANDO O GLOCAL: AS AGENDAS DE DESENVOLVIMENTO DA ONU NO CONTEXTO DOMÉSTICO

 Alessandra Nilo (GT Agenda 2030)

Patrícia Menezes (Rede ODS Brasil)

Mediadora: Maria Clara Mendes 

11h30 – 13h00 | MESA 1 – UM OLHAR DA MARGEM: DESAFIOS E CONQUISTAS DA PARTICIPAÇÃO POPULAR 

Beatriz Martins e Brenda Eloar
Joana Vasconcelos e Maria Clara Mendes

Mediador: Matheus Fonseca

14h30 – 16h00 | MESA 2 –  DA REFERÊNCIA À OPOSIÇÃO: OS DESMONTES DE PARTICIPAÇÃO NO BRASIL 

Bianca Carvalho e Vitória Maciel

Giulia Alves, Lucas Cittadino e Matheus Fonseca

Mediadora: Brenda Eloar

DIA 2 | 10/12

9h30 – 11h30 | PAINEL 2 – O CIBERESPAÇO COMO AMBIENTE DE PARTICIPAÇÃO POPULAR: PROMESSAS E LIMITAÇÕES

João Victor Archegas (ITS Rio)

Juliana Fonteles (InternetLab)

Mediador: Bernardo Beiriz

11h30 às 13h30 | PAINEL 3 – AS RELAÇÕES INTERNACIONAIS NA ELABORAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS

Tainah Pereira (Mulheres Negras Decidem)

Pedro Paulo (LabJaca)

Mediador: Nathan Ferreira

14h30 às 16h00 | DEBATE – A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO E DA CONSULTA POPULAR PARA POLÍTICAS DE MEIO AMBIENTE 

A favor: Débora Rodrigues e Uliana Teixeira

Contra: Renan Canellas e Rubens Araujo

Mediador: Daniel Lannes

Sobre o PET/TEPP:

O PET é um programa financiado pela Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (SESu) cujo objetivo é promover a formação ampla e de qualidade dos alunos de graduação que o integram, de modo a estimular a melhoria do ensino de graduação e oferecer uma formação acadêmica de excelente nível, que qualifique seus participantes para atuação acadêmica e/ou profissional futuras.

O PET/IRI, intitulado ‘BRASIL GLOBAL’: DESAFIOS DA INSERÇÃO INTERNACIONAL BRASILEIRA EM UM MUNDO EM TRANSFORMAÇÃO, tem como objetivo formar alunos com capacidade crítica para análise de temas e problemas centrais ao processo de inserção internacional do Brasil. Visa contribuir para implementação e consolidação de novos métodos de ensino e aprendizagem vinculados ao programa de desenvolvimento curricular do IRI. Serão desenvolvidas atividades de ensino, pesquisa e extensão nos eixos prioritários: a) Instituições e Governança – participação brasileira na nova arquitetura do sistema internacional, 2) Desenvolvimento e Cooperação – agenda de desenvolvimento internacional brasileira, sobretudo, nas estratégias de cooperação Sul-Sul e 3) Plataforma de Direitos e Temas Sociais – ênfase para posição brasileira sobre direitos humanos, direito humanitário e temática migratória.

A formação pedagógica dos bolsistas está estruturada em atividades de formação básica, realização de pesquisas, monitorias e grupos de orientação, atividades profissionalizantes com especialistas, divulgação de produtos desenvolvidos pelos bolsistas. Espera-se que o grupo articule espaço de produção coletiva, assegurando capacitação que garanta melhor aproveitamento do currículo por parte dos bolsistas e dos alunos agregados, além de fomentar a elaboração de recursos e produtos relativos a temas centrais da agenda internacional brasileira para consulta do público acadêmico e não acadêmico.


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Processos de Paz e Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR): qual o papel da mediação?

Os processos de “Desarmamento, Desmobilização e Reintegração” (DDR) são partes fundamentais da negociação e implementação de acordos de paz. Expressam muitos dos desafios que perpassam a reconstrução de comunidades políticas, incluindo, entre outros elementos, o fim do conflito armado, a reforma das regras de organização da violência no chamado “pós conflito” e o controle democrático das Forças Armadas. Nesse sentido, vale perguntar: qual o papel da mediação nesse contexto de práticas?

O curso “Mediação Internacional”, lecionado pela prof. Maíra Siman, concebe a mediação internacional como prisma analítico privilegiado para abordar importantes aspectos teóricos, conceituais e empíricos que estruturam as formas dominantes de gestão da violência e de construção da paz nos conflitos armados contemporâneos. Entende-se que o estudo das práticas de mediação para a paz possibilita não apenas jogar luz sobre as hierarquias e marginalizações que permeiam a intervenção de atores internacionais em contextos de violência armada, mas também (re) pensar o lugar do Sul Global na produção de conhecimento e de expertise em resolução e transformação de conflitos.

O curso apoia-se no trabalho de várias pesquisas realizado no âmbito da Unidade do Sul Global para a Mediação (GSUM).

Convidamos a tod@s para a aula aberta no dia 2/12, às 15:00 horas, com a participação da prof. Monica Herz, coordenadora do GSUM.

COP26 And Beyond: EU And Latin American Perspectives On Climate Change

A mudança climática tornou-se um desafio fundamental para os países e sociedades, mas a reação política tem sido desigual. A necessidade e a urgência de alocar recursos foram politizadas e as negações das mudanças climáticas ganharam apoio em todo o mundo.

Os principais objetivos da 2ª Conferência Internacional da Rede Jean Monnet ‘Crise-Equidade-Democracia para a Europa e América Latina’ são discutir estratégias e efeitos políticos relacionados às mudanças climáticas e às transformações econômicas em direção a economias de baixo carbono. O evento reunirá especialistas, acadêmicos, estudantes, ativistas e representantes governamentais para refletir sobre os desafios para lidar com as mudanças climáticas no curto e no longo prazo.

A conferência está estruturada em três painéis, que se concentrarão em: 1) estratégias dos países da UE e da ALC e as realizações da COP26; 2) incentivos para práticas agrícolas favoráveis ao clima e ao meio ambiente e segurança alimentar; 3) oportunidades e armadilhas de iniciativas recentes lançadas para combater as alterações climáticas e formas de fomentar a cooperação UE-ALC.

Programação:


Painel 1)  Taking stock of COP-26: EU and Latin American perspectives | 29/11 (10-12h BRT/GMT-3)

Chair: Monica Herz (PUC-Rio)

  • Dep.Fed. Alessandro Molon (Brazilian Chamber of Deputies)
  • Oriol Costa Fernandéz  (Institut Barcelona Estudis Internacionals – IBEI)
  • Ana Toni (Instituto Clima e Sociedade – ICS)
  • MEP Javier Lopez (European Parliament – to be confirmed)

Painel 2) Climate change, agricultural practices and food security in the EU and LAC | 30/11 (10-12h BRT/GMT-3)

Chair: Paulo Esteves (PUC-Rio)

  • Guillermo Orjuela Ramírez (Universidad Javeriana de Cali, Colombia)
  • Alexandra Teixeira (Consultant at International Fund for Agricultural Development – IFAD)
  • Yannis Doukas (National and Kapodistrian University of Athens)

Painel 3) ‘New’ solutions to climate change: causes for optimism? Fostering EU-LAC cooperation | 01/12 (10-12h BRT/GMT-3)

Chair: Andrea Ribeiro Hoffmann (PUC-Rio)

  • Michel de Kemmeter (Flemish Free University of Brussels, Club of Brussels)
  • Maureen Santos (FASE/ Plataforma Socioambiental do BRICS Policy Center)
  • Paula Sandrin (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-Rio)
  • Federico Castiglioni (Istituto Affari Internazionalli – IAI)

Haverá tradução simultânea.

Participe!

Extensão Universitária na PUC: o que temos e para onde podemos ir?

O Núcleo Democracia e Forças Armadas (NEDEFA) da PUC-Rio convida a comunidade acadêmica da universidade para a mesa-redonda “Extensão Universitária na PUC: o que temos e para onde podemos ir?“, que será realizada no dia 02 de dezembro (quinta-feira) das 09h às 11h. 

Discutiremos os urgentes desafios colocados pelos atuais processos de curricularização da extensão universitária, a partir da perspectiva da PUC-Rio enquanto universidade comunitária; e também as possibilidades apresentadas pela extensão frente a questões e temas contemporâneos essenciais, como as interações entre militarismo e democracia. 

  • Mediadora: Manuela Trindade Viana (IRI/PUC-Rio)
  • Maíra Machado-Martins (Coordenadora do Instituto de Estudos Avançados em Humanidades, PUC-Rio)
  • Nilza Rogéria Nunes (Coordenadora de Extensão Acadêmica do Departamento de Serviço Social, PUC-Rio)
  • Andrea Oliveira (Coordenação de Extensão e Ação Comunitária da Vice-reitoria para Assuntos Comunitários, PUC-Rio)
  • Maíra Siman (Coordenadora acadêmica do Núcleo Democracia e Forças Armadas e professora do IRI, PUC-Rio) 

A mesa será realizada via Zoom.


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Café Profissional – 5ª Edição

Como o autoconhecimento é fundamental para a construção do futuro profissional?
Como conhecer o conceito de competências, identificá-las e desenvolvê-las?
Como explorar as opções profissionais disponíveis e quebrar as barreiras de inserção no mercado de trabalho?

A 5ª Edição do Café Profissional convida Cláudia Oliveira para uma conversa sobre essas e outras questões de interesse para estudantes e jovens profissionais.


Cláudia Oliveira é psicóloga e orientadora profissional do Espaço Carreiras da Coordenação Central de Estágios e Serviços Profissionais da PUC-Rio (CCESP).

O evento também contará com a participação do prof. Ricardo Oliveira (IRI/PUC-Rio), prof. André Lacombe (CCESP), e e do Centro Acadêmico de Relações Internacionais (CARI).


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Entorno Estratégico Brasileiro e a Formação de Regiões

O seminário “Entorno Estratégico Brasileiro e a Formação de Regiões” objetiva discutir questões de Segurança e Defesa no Entorno Estratégico Brasileiro, com atenção especial para as dinâmicas de cooperação, bem como de construção e manutenção de mecanismos de governança nas regiões que compõem essa área geográfica.

Em especial, serão abordados temas de Segurança e Diplomacia de Defesa na América do Sul e Atlântico Sul. Também serão objeto de discussão a interferência de potências extrarregionais e seu impacto para os relacionamentos de Segurança e Defesa no Entorno Estratégico Brasileiro.

O seminário é parte dos esforços da rede de pesquisa financiada pelo edital CAPES/Pró-Defesa que inclui a Escola Superior de Guerra (ESG), Escola de Guerra Naval (EGN), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e Universidade Federal do Amapá (UNIFAP).


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Multilateralismo incerto, adaptação e renovação: qual papel para as operações de paz das Nações Unidas em um mundo em transformação?

Desde o desdobramento dos primeiros observadores militares, em maio de 1948, as operações de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) vêm contribuindo ativamente para a manutenção da paz e segurança internacional. Ao longo destes 73 anos, este instrumento multilateral voltado para a gestão e resolução de conflitos enfrentou distintos períodos de crise. A despeito de tais dificuldades, as Nações Unidas buscaram caminhos institucionais para adaptar-se a um mundo em constante transformação e responder aos desafios postos pelas sociedades afetadas por conflitos armados.

Ao longo dos últimos vinte anos, diante dos desafios à ordem liberal internacional e seus diversos desdobramentos para os arranjos multilaterais, as operações de paz têm sido permeadas por um conjunto de dilemas que colocam em questão a sua efetividade como mecanismo de segurança coletiva e de produção da paz. Dentre tais dificuldades destacam-se os efeitos de disputa geopolítica entre as grandes potências e os países em desenvolvimento; a crescente informatização das relações políticas, sociais e culturais; o aumento da complexidade e das instabilidades provocadas pela presença de grupos terroristas; e os urgentes desafios na área de gênero, saúde e meio ambiente, entre outras questões. Uma camada de complexidade deve ser adicionada a todos estes elementos em função dos efeitos de curto, médio e longo prazo impostos pela pandemia da COVID-19.

O processo de reforma da ONU recebeu novo fôlego com o atual Secretário-Geral, António Guterres, e tem envolvido, no campo das operações de paz, os Estados membros, o Conselho de Segurança, os países anfitriões, os contribuintes de tropas militares e contingentes policiais, parceiros regionais e doadores no campo humanitário e do desenvolvimento. Nesse movimento, destaca-se o Action for Peacekeeping (A4P), lançado em 2018, e suas oito áreas prioritárias de ação para as Nações Unidas: (1) primazia das soluções política; (2) mulheres, paz e segurança; (3) proteção de civis; (4) proteção e salvaguarda de peacekeepers; (5) capacidades e performances; (6) paz sustentável; (7) parcerias; e (8) conduta dos mantenedores da paz. Tais compromissos, firmados à luz de um mundo em transformação, ao qual as operações de paz procuram se adaptar, levanta um conjunto importante de questões a serem debatidas neste V Encontro Anual da REBRAPAZ.

Após o evento de lançamento da REBRAPAZ, em 2016, e em seguida aos Encontros de 2017, 2018, 2019 e 2020, o V Encontro Anual (2021) dá continuidade ao esforço de debater aspectos relevantes e atuais da agenda de operações de paz, identificando caminhos que contribuam para o fortalecimento do Brasil no cenário de reforma da ONU. Ampliando o escopo dos encontros anteriores, os debates do V Encontro Anual estarão organizados em torno dos grupos de trabalho (GTs) vigentes na Rede: (1) proteção de civis e uso da força; (2) normas e doutrinas; (3) capacidades e performance; (4) mulheres, paz e segurança; e (5) civis em operações de paz.

Antecedendo às atividades do V Encontro Anual, será realizado, no dia 9/11, o IV Seminário de Pesquisa da REBRAPAZ. Com uma chamada para apresentação de artigos e trabalhos sobre as questões propostas para o V Encontro Anual, bem como as agendas de pesquisa dos GTs, o Seminário de Pesquisa é uma oportunidade para debater e divulgar análises que contribuam para a difusão da agenda de operações de paz no Brasil. As atividades do Seminário de Pesquisa serão estruturadas a partir do modelo de painéis com debatedores. Cada trabalho aprovado deverá ser apresentado em até 15 minutos, abrindo espaço para que o debatedor possa apresentar suas impressões e formular questionamentos aos pesquisadores. Da mesma forma, a parte final de cada painel será aberta para que a audiência também tenha a oportunidade de formular perguntas sobre os artigos/trabalhos apresentados nos painéis.

Metodologia

Com vistas a facilitar o diálogo e a promover debates orientados à prática, propõe-se a utilização dos métodos talk show ou “conversatório” para a palestra de abertura, e knowledge café para os painéis 1 e 2 do dia 10/11.

O método de Talk Show aplicado à sessão de abertura funciona como uma entrevista para um programa de televisão: um facilitador fará perguntas ao keynote speaker. As perguntas e respostas mais curtas contribuem para que uma quantidade maior de conhecimento seja transmitida de forma mais rápida, direta e engajadora, já que a audiência tende a manter a atenção por mais tempo nesse formato do que em um formato tradicional de apresentação.

Já o Knowledge Café é um processo de conversação que reúne um grupo de pessoas para compartilhar experiências, aprender umas com as outras, e construir pontos em comum. O método prevê a análise de um conjunto de possíveis questões a serem exploradas e abordadas pelos participantes. Os assuntos são trabalhados em rodadas de interatividade, com discussões baseadas em questões centrais apresentadas por um host principal ou facilitador, e debatidas pelos demais participantes. A partir das conversas, elabora-se policy briefs de no máximo duas páginas, com uma introdução sobre o tema debatido e recomendações.

Público alvo

O público alvo dos dois dias de evento são especialistas e pesquisadores, professores, alunos universitários, militares, policiais, civis da ONU, diplomatas e demais interessados em operações de paz da ONU.

Inscrições

As atividades e debates ocorrerão no formato on-line e serão transmitidos nas redes do BRICS Policy Center (BPC), do Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio.

As inscrições para ambos os dias deverão ser realizadas nos seguintes links:

Certificação e Contato:

Mediante solicitação, será enviado um certificado digital aos que participarem do Encontro.

Para outros detalhes, favor escrever para eventos.rebrapaz@gmail.com.